395px

Sul

Karate

South

How many times have I heard,
"In the South they just don't work."
Lazy angels spill time and use lives as I would mine.
Pouring out of windows, like strange flags,
come clean clothes.
Spit-free sediment sweep dives from
broom-kept porch in no time.
Now the sun strips that same sidewalk,
with the day-dried test of small talk.
She walks quick, fresh, with clean, black crease,
and navigates this mess with protected ease.
Does she leave?
Does she come home?
Where does she sleep?
But somehow the gate's not right.
A face stripped of something since last night.
Can you sustain that same smile at a store or a job?
And what's such a rush that would let you be robbed?
Do you leave?
Do you come home?

Sul

Quantas vezes eu ouvi,
"No Sul eles simplesmente não trabalham."
Anjos preguiçosos desperdiçam tempo e usam vidas como eu usaria a minha.
Desaguando pelas janelas, como bandeiras estranhas,
vêm roupas limpas.
Sedimentos sem cuspe varrem mergulhos do
porch varrido em um instante.
Agora o sol despida aquela mesma calçada,
com o teste seco do dia de uma conversa fiada.
Ela anda rápido, fresca, com um vinco preto e limpo,
e navega essa bagunça com uma facilidade protegida.
Ela vai embora?
Ela volta pra casa?
Onde ela dorme?
Mas de alguma forma o portão não está certo.
Um rosto despido de algo desde a noite passada.
Você consegue manter esse mesmo sorriso em uma loja ou em um emprego?
E qual é essa pressa que te deixaria ser roubado?
Você vai embora?
Você volta pra casa?

Composição: