Oda Codrului Tainic
In a noptii-ntunecime tremura batranul codru
Sus in varf de munte sub a lunii brazda de lumina
Spre apusul anului, brumar, ceata densa pe hotar
Vantul trage printre brazi, intunericul in crang starnind
Rau de munte curge-n vale peste pietre seculare
Raul rece, apa clara, apa pentru o veche moara
Oda Codrului Tainic, Oda Codrului Tainic!
Un urlet salbatec de lup razbate prin aerul tare-n Carpati
Alaturi de neam el anunta sosirea grabita a iernii
Oda Codrului Tainic, Oda Codrului Tainic!
Miezul de noapte demult a trecut, noaptea se scurge incet inspre zi
Ode ao Velho Bosque
Na escuridão da noite treme o velho bosque
Lá no alto da montanha sob o brilho da lua
Para o ocaso do ano, novembro, neblina densa na fronteira
O vento sopra entre os pinheiros, despertando a escuridão no mato
Rio de montanha desce pelo vale sobre pedras seculares
Água fria, água clara, água para um antigo moinho
Ode ao Velho Bosque, Ode ao Velho Bosque!
Um uivo selvagem de lobo ecoa no ar denso dos Carpatos
Junto ao povo, ele anuncia a chegada apressada do inverno
Ode ao Velho Bosque, Ode ao Velho Bosque!
A meia-noite já passou, a noite escorre lentamente em direção ao dia