Borregos (part. Evaristo Páramos y Harto Rodríguez)
Camino sobre el ritmo como sobre las aguas
Y mis palabras son como las fraguas
Para las ascuas de los espíritus dormidos
Y aterrorizados
Basta ya de arrodillaros
¿Cuánto más van a humillaros?
Estos párrafos claros quieren inspiraros
Sentíos raros
Sentíos por encima del gentío
Adormilados, adoctrinados, agonizando
Hago mi parte, alzo mi canto, comparto mi llanto
Ante el oyente agonizante
Entre raperos vacíos y pseudocantantes
Os hacen lobotomías todos los días, pocos os guían
Raperos, hoy son Loco Mía
Yo creí que os conocía, no me lo puedo creer
Cuanto antisistema haciendo fila para obedecer
¿Será por miedo? ¿Por amor al trabajo?
No puedo entenderlo, pues carezco de ambos
Me habéis dejado to'os solo luchando contra corriente
Paz para Evaristo, él sabe lo que se siente
Siendo un verdadero rebelde y un disidente
Todos los demás sois gente corriente
O sea, gente creyente, o sea, gente obediente
Gente asquerosa viviendo asquerosamente
Más yo no soy mejor en este juego
Nos vemos todos en el matadero
Somos borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Una ovejita, dos ovejitas, tres ovejitas
(Bo-bo-borregos)
Diez ovejitas, cien ovejitas, mil ovejitas
(Borregos)
Cien mil ovejitas, un millón, diez millones de ovejitas
(Bo-bo-borregos)
Ocho mil millones de ovejitas, ah
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos, borregos
Gente asquerosa
Tu punto madre
Venga, palabras de cuatro silabas que sobran
Monarquía, democracia, ejército
Judicatura, ya sé que tiene una más, capullo
Borregos (part. Evaristo Páramos e Harto Rodríguez)
Caminho sobre o ritmo como sobre as águas
E minhas palavras são como forjas
Para as brasas dos espíritos adormecidos
E aterrorizados
Chega de se ajoelhar
Quanto mais vocês vão se humilhar?
Esses parágrafos claros querem inspirar vocês
Sintam-se estranhos
Sintam-se acima da multidão
Adormecidos, doutrinados, agonizando
Faço minha parte, elevo meu canto, compartilho meu pranto
Diante do ouvinte agonizante
Entre rappers vazios e pseudo-cantores
Fazem lobotomias todos os dias, poucos os guiam
Rappers, hoje são Loco Mía
Eu pensei que os conhecia, não consigo acreditar
Quanta gente anti-sistema fazendo fila pra obedecer
Será por medo? Por amor ao trabalho?
Não consigo entender, pois me falta ambos
Vocês me deixaram só lutando contra a corrente
Paz para Evaristo, ele sabe como é
Sendo um verdadeiro rebelde e um dissidente
Todos os outros são gente comum
Ou seja, gente crente, ou seja, gente obediente
Gente nojenta vivendo de forma nojenta
Mas eu não sou melhor nesse jogo
Nos vemos todos no matadouro
Somos borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Uma ovelhinha, duas ovelhinhas, três ovelhinhas
(Bo-bo-borregos)
Dez ovelhinhas, cem ovelhinhas, mil ovelhinhas
(Borregos)
Cem mil ovelhinhas, um milhão, dez milhões de ovelhinhas
(Bo-bo-borregos)
Oito bilhões de ovelhinhas, ah
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos
Borregos, borregos
Gente nojenta
Teu ponto mãe
Vai, palavras de quatro sílabas que sobram
Monarquia, democracia, exército
Judicatura, já sei que tem uma a mais, idiota