395px

E a Pátria Chama para Sempre

Kastelruther Spatzen

Und ewig ruft die Heimat

Bin ich mal in der Fremde,
verlassen und allein,
dann holen mich die Träume
aus meiner Heimat ein.

Ich hör' die Sonne beten,
bevor sie schlafen geht,
und ahne meine Gipfel,
vom Wind so kühl umweht.

Und ewig ruft die Heimat,
- il grido del paese natio-
diese Worte trägt der Wind,
- affidato alle ali del vento-
dass wir doch alle Kinder,
-ci fa eterno tutti figli-
von Mutter Erde sind,
-della terra che ci genero.

Ich seh' den Rosengarten
im Morgenlicht erblüh'n,
in Stolz die alten Schützen
in Tracht durch Straßen zieh'n.

Und wenn das kleine Glöcklein,
so zart zur Andacht mahnt,
dann grüßt es die, die fort sind,
in fernen Land.

Und ewig ruft die Heimat...
Il grido del paese natio...
Und ewig ruft die Heimat,
und lädt uns alle ein,
im Angesicht der Berge
ihr ewig treu zu sein.

Und ewig ruft die Heimat...

E a Pátria Chama para Sempre

Quando estou no estrangeiro,
abandonado e sozinho,
meus sonhos me trazem
de volta à minha terra.

Ouço o sol rezar,
antes de se pôr,
e pressinto meus picos,
com o vento a soprar fresco.

E a pátria chama para sempre,
- o grito da terra natal -
essas palavras que o vento traz,
- confiado às asas do vento -
que somos todos filhos,
- nos faz eternos filhos -
da Mãe Terra,
- da terra que nos gerou.

Vejo o jardim de rosas
florescer na luz da manhã,
com orgulho os antigos arqueiros
passeiam pelas ruas.

E quando o pequeno sininho,
com delicadeza nos convida à oração,
saúda aqueles que partiram,
em terras distantes.

E a pátria chama para sempre...
O grito da terra natal...
E a pátria chama para sempre,
e convida a todos nós,
na presença das montanhas
a sermos eternamente fiéis a ela.

E a pátria chama para sempre...