Redemoinho Escarlate
Velha história.
Cabelo grisalho.
Moinho novo.
No círculo, barulho.
Zumbido forte.
Redemoinho escarlate.
E o clero bate...
Dois sacos a menos.
E bate "pon".
Deixou a bebida da casa...
E nada.
Se misturam, se tornam brancos.
Tudo que você der a eles.
Sacos nas costas.
Coluna torta.
Te cansa, te atormenta.
-O que há de errado?
Um nervo estoura.
A dor para.
Cheiro mortal.
Eles ou você?
No aroma da morte.
-Tirar deles ou matar?
Saco na cabeça?
Moer até o sangue?
Osso em pó.
Atrás do moinho, chiqueiro.
Você dá ao porco.
-Vai digerir?
Morrer ou governar!
Espuma branca ao redor
Tece como se fosse um trançado,
Como se fossem tranças de sol.
Cardume de peixes famintos
Em frenesi de alimentação
As crianças puxam as carpas.
Se misturam, se tornam brancos.
Tudo que você der a eles.
Sacos nas costas.
Coluna torta.
Te cansa, te atormenta.
-O que há de errado?
Um nervo estoura.
A dor para.
-Eu caralho...
Cheiro mortal.
Eles ou você?
No aroma da morte.
Tirar deles ou matar?
Saco na cabeça?
Moer até o sangue?
Osso em pó.
Atrás do moinho, chiqueiro.
Você dá ao porco.
-Vai digerir?
Morrer ou governar!