Diabelski Dom IV
Panie... to stroma grañ,
Lodowy wiatr,
Groza, z³o i grzech
Panie... na szczycie krzew....
Diabelska moc
Toæ ³êk na czas i ¶mieræ
Zawo³aj, zawo³aj
A w echu gwizd
A w echu gwizd
Dawniej, kto dosiad³ wierch
Mia³ ¶wiêty rok
Duchem by³ nad ogniem
W trawie goni³by dziew
W wodzie bystra troæ
Pod wieczór par³ na gê¶l
Od koñca do koñca
W prawo, w lewo...
I wonny dym
I wonny dym
Pu¶ci³ mrok
M³ody dzieñ jak weselny kr±g
Panny w pisk
Cycki dr¿±, ¿eby w d³onie braæ
Ssaæ i ssaæ
Ch³opy l¶ni±
W j±drach mlecz wojowników Tatr
Wiêzi r±k
Wiêzi serc
Hetta mi¶ta wio!
Natury hojnej
I przyby³ go¶æ, ¿ar³oczny do¶æ
Obieca³ im raj w Karpatach
Dost±pi± ³ask gdy zrobi± tak,
By z³oty krzy¿ sta³ za gniazdem
I przyby³ go¶æ, ¿ar³oczny do¶æ
Obieca³ im raj w Karpatach
Dost±pi± ³ask gdy zrobi± tak,
By z³oty krzy¿ sta³ za gniazdem
Wry³ i w bystre mg³y
Ka¿dy mia³ tu chrzest
Toczy³ ciê¿ki bój z w³asnym ogniem
W górze stromy ¿leb
W dole staw na krze
Pierwszy spad³ ze ¶ciany m³odszy brat
Jeszcze wy¿ej, cent
Wielki ¶wiat do piêt
To co kocha³ wy³o w nim jak róg
W rysê ostrze wbi³
Nad chatami dym
Bia³y orze³ zgubi³ wiatr
Ostrym dziobem run±³ w ciemno¶æ
I przyby³ go¶æ, ¿ar³oczny do¶æ
Obieca³ im raj w Karpatach
Dost±pi± ³ask gdy zrobi± tak,
By z³oty krzy¿ sta³ za gniazdem
Panie... mówi±, ¿e wie¶ broczy³a krwi±
Ludzie szli na p³omieñ
Rankiem w dolinie tej
Ska³y zwar³y kr±g
- A gniazdo?
Tam gdzie ¶piew... gdzie ¶piew
Sta³em ¶ni±c
Cicha pie¶ñ...
W górze groñ
Hetta wi¶ta wio!
Casa do Diabo IV
Senhor... é uma ladeira íngreme,
Vento gelado,
Terror, mal e pecado
Senhor... no topo do arbusto....
Poder diabólico
É a angústia do tempo e da morte
Chame, chame
E no eco um assobio
E no eco um assobio
Antigamente, quem montava o pico
Tinha um ano sagrado
Era espírito sobre o fogo
Na grama perseguia a moça
Na água, um rápido trote
Ao entardecer, ardia na brasa
De um lado a outro
Para a direita, para a esquerda...
E a fumaça perfumada
E a fumaça perfumada
Liberou a escuridão
Um jovem dia como um círculo de festa
As moças em gritos
Seios tremem, para serem agarrados
Chupar e chupar
Os caras se arrastam
Na barriga o leite dos guerreiros Tatra
Laços de mãos
Laços de corações
Que venha a festa!
Da generosa natureza
E chegou o hóspede, um demônio ardente
Prometeu-lhes o paraíso nos Cárpatos
Receberão graça se fizerem assim,
Para que a cruz dourada fique atrás do ninho
E chegou o hóspede, um demônio ardente
Prometeu-lhes o paraíso nos Cárpatos
Receberão graça se fizerem assim,
Para que a cruz dourada fique atrás do ninho
Cavou e nas névoas rápidas
Cada um teve seu batismo
Lutou uma dura batalha com seu próprio fogo
No alto, um cume íngreme
Embaixo, um lago de gelo
O primeiro a cair da parede foi o irmão mais novo
Ainda mais alto, cent
Um grande mundo até os pés
O que amava, expôs nele como um chifre
Na ferida, a lâmina cravou
Sobre as cabanas, fumaça
A águia branca perdeu o vento
Com o bico afiado, mergulhou na escuridão
E chegou o hóspede, um demônio ardente
Prometeu-lhes o paraíso nos Cárpatos
Receberão graça se fizerem assim,
Para que a cruz dourada fique atrás do ninho
Senhor... dizem que a aldeia sangrava
As pessoas iam para a chama
De manhã, neste vale
As rochas formaram um círculo
- E o ninho?
Lá onde canta... onde canta
Fiquei sonhando
Uma canção silenciosa...
No alto, um terror
Que venha a festa!