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Cordão Suspenso

Kat

Zawieszony Sznur

Czlekowstret tryska z moich ust
- parszywy kraj.
Mdlaca won martwej izby bije zlem.
Spluwam,
Rzygam,
Zdycham.

Rodny skurcz.
... Ju¿ wtedy mia³em zgnic.
- Pierwsza uslyszana basn
Brzmiala jak posmiertny dzwon.
Ropa lala mi sie z ucha.

Nieczuly leze odurzony snem,
A tam, za murem zawieszony sznur.

Weze czarnych mysli,
tancza w nerwosplotach.... Kiedy juz odejde,
Nie chce, aby krzyz deptal po mym sercu,
Nie chce, by ktos po mnie plakal.

Nieczu³y leze odurzony snem,
A tam, za murem zawieszony sznur.

Buntownika zawleczono na podworze.
Kat wiazal mu rece.
Wiezien, patrzac na kaplana,
Paplajacego cos o milosci i zbawieniu,
Odsuna³ go i wszedl na schodek,
ktory poderwano mu spod nog.

Cordão Suspenso

A dor jorra da minha boca
- país miserável.
Um cheiro nauseante da sala morta bate com raiva.
Eu cuspo,
Eu vomito,
Eu morro.

Um espasmo familiar.
... Já era pra eu ter apodrecido.
- A primeira história que ouvi
Soou como um sino fúnebre.
Pus escorria do meu ouvido.

Inerte, estou atordoado pelo sono,
E lá, atrás do muro, um cordão suspenso.

Serpentes de pensamentos negros,
dançam nos nervos.... Quando eu partir,
Não quero que a cruz pise no meu coração,
Não quero que alguém chore por mim.

Inerte, estou atordoado pelo sono,
E lá, atrás do muro, um cordão suspenso.

O rebelde foi arrastado para o pátio.
O carrasco amarrava suas mãos.
O prisioneiro, olhando para o padre,
Tagarelando algo sobre amor e salvação,
Afastou-o e subiu no degrau,
Que foi puxado debaixo de seus pés.

Composição: Ireneusz Loth / Krzysztof Oset / Piotr Luczyk / Roman Kostrzewski