Mary Blaize
Good people all with one accord,
Lament for Mary Blaize,
She never wanted one good word,
From those who spoke her praise,
The needy seldom passed her door,
And always found her kind,
She freely lent to all the poor,
Who left a pledge behind.
She strove the neighbour hood to please,
With manners wondrous winning,
She never followed wicked ways,
Unless when she was sinning,
At church in silks and satins new,
With hoop of monstrous size,
She never slumbered in her pew,
But when she closed her eyes.
Her love was sought I do declare,
By twenty beaux and more,
The King himself did seem to care,
Where she had walked before,
But wealth and finery all fled,
And hangers-on all gone,
The doctors found when she was dead,
The life within her none.
Good people all with one accord,
Lament for Mary Blaize,
Who never wanted one good word,
From those who spoke her praise,
The needy seldom passed her door,
And always found her kind,
She freely lent to all the poor
Who left a pledge behind.
Let us lament in sorrow sore,
For Kent Street well may say,
That had she lived a twelve month more,
She had not died today.
Maria Blaize
Boa gente, todos em um só coração,
Lamentam por Maria Blaize,
Ela nunca quis uma boa palavra,
De quem falava seu louvor,
Os necessitados raramente passavam por sua porta,
E sempre a encontravam gentil,
Ela emprestava livremente aos pobres,
Que deixavam uma promessa.
Ela se esforçava para agradar o bairro,
Com modos maravilhosos e cativantes,
Nunca seguia caminhos malignos,
A não ser quando estava pecando,
Na igreja, em sedas e cetins novos,
Com uma saia de tamanho monstruoso,
Ela nunca cochilava em seu banco,
Mas quando fechava os olhos.
Seu amor era buscado, eu declaro,
Por vinte pretendentes ou mais,
O próprio Rei parecia se importar,
Por onde ela havia andado antes,
Mas a riqueza e a ostentação se foram,
E os aproveitadores todos sumiram,
Os médicos descobriram, quando ela morreu,
Que a vida dentro dela não havia.
Boa gente, todos em um só coração,
Lamentam por Maria Blaize,
Que nunca quis uma boa palavra,
De quem falava seu louvor,
Os necessitados raramente passavam por sua porta,
E sempre a encontravam gentil,
Ela emprestava livremente aos pobres
Que deixavam uma promessa.
Vamos lamentar com dor profunda,
Pois a Rua Kent pode muito bem dizer,
Que se ela tivesse vivido mais um ano,
Ela não teria morrido hoje.