Koðmaro Vizija
O tu, nesudëtinga vario muzika!
Dusliu balsu nakty suðukusi.
Ateina kas? Naktis? Koðmaro vizija?
Ne. Degam! Svaigstam, svaigstam rizika!
Ir vario gongø plakasi gitaros,
Ir þvaigþdës ten uþ tylà bara.
Ir dega þvaigþdës gongas, gongas!
Ech, kà jûs darot, - skamba bombos, bombos!
Tamsi naktis, virð þemës þvaigþdës þeria
Koðmarø vizijø ir svaigø vynà geria.
Tai prapultis kaþkur padange dunda,
Kaþin kas ten uþ pulto ties pagunda?
Mums skaudës akys, velniðkai iðtinom.
Ir skamba meteorai tuðtumø tuðtybëj.
Ir dunda grumstai, karsto lentos tuksi,
Ir þemiðka ðirdis pavargus atsidûsta.
Visão de Pesadelo
Ó você, música de latão inconfundível!
Gritando à noite com vozes de desespero.
Quem vem? A noite? Visão de pesadelo?
Não. Estamos queimando! Estamos perdendo a cabeça, perdendo a cabeça na adrenalina!
E o gongue de latão bate nas guitarras,
E a luz brilha lá no bar silencioso.
E brilha o gongue, o gongue!
Eita, o que vocês estão fazendo? - soam as bombas, as bombas!
Noite escura, sob a luz a fera se agita
Bebendo o vinho das visões de pesadelo.
É um estrondo que vem do céu,
Quem está lá atrás do balcão, na tentação?
Nossos olhos doem, vamos nos arrastar.
E soam meteoros na escuridão do espaço.
E o estrondo se agita, as tábuas quentes batem,
E o coração cansado da terra se abre.