Bamboo Wind
I am in a vast black sea, the spaces reach in front of me
As far as I could ever see, as far again behind.
And each new world I land upon, with seas and hills and storm and dawn,
Can never fill me when I'm gone or overwhelm my mind.
But I am haunted by a bamboo wind
The clatter of the bones of our misbegotten earth
The wail of a memory of how our fears
Destroyed the precious cradle of our birth.
Bamboo glades within my head are spectres of the lands we fled
With all our second chances dead we could not hope to stay
Bamboo dances in my night, hides the stars that watch my flight
It moans and rattles of the blight that made us run away.
But I am haunted by a bamboo wind
The clatter of the bones of our misbegotten earth
The wail of a memory of how our fears
Destroyed the precious cradle of our birth.
Bamboo forest, dead or lost, overlaps these points of frost
Knowing what these stars have cost I feel a bleak despair
Ancestors revile our name, curse the wombs from which we came
Dispossessed and drowned in shame, with no home anywhere.
And I am haunted by a bamboo wind
The clatter and the moaning of a world we see no more
The rustle of the ghost of leaves in dappled sun
The ruined song of every shattered shore.
Vento de Bambu
Estou em um vasto mar negro, os espaços se estendem à minha frente
Até onde eu consigo ver, até onde já estive.
E cada novo mundo que piso, com mares e colinas e tempestades e amanhecer,
Nunca pode me preencher quando me vou ou sobrecarregar minha mente.
Mas sou assombrado por um vento de bambu
O barulho dos ossos da nossa terra maldita
O lamento de uma memória de como nossos medos
Destruíram o precioso berço do nosso nascimento.
Clareiras de bambu dentro da minha cabeça são espectros das terras que fugimos
Com todas as nossas segundas chances mortas, não podíamos esperar ficar
O bambu dança na minha noite, esconde as estrelas que observam meu voo
Ele geme e chacoalha pela praga que nos fez correr.
Mas sou assombrado por um vento de bambu
O barulho dos ossos da nossa terra maldita
O lamento de uma memória de como nossos medos
Destruíram o precioso berço do nosso nascimento.
Floresta de bambu, morta ou perdida, se sobrepõe a esses pontos de geada
Sabendo o que essas estrelas custaram, sinto um desespero sombrio
Nossos ancestrais amaldiçoam nosso nome, xingam os ventres de onde viemos
Despojados e afogados em vergonha, sem lar em lugar nenhum.
E sou assombrado por um vento de bambu
O barulho e o gemido de um mundo que não vemos mais
O farfalhar do fantasma das folhas sob o sol manchado
A canção arruinada de cada costa destruída.