
Arquétipo
Kaya Conky
Bruta, bruta
Bruta, bruta
Bruta, bruta
Bruta, bruta
Pescoço carnudo
Cheiro de perfume caro
A jugular tá ali pulsando
E o trapézio montanha do lado
De correntinha pra dar o charme
Eu já sei que não vou me segurar
Vou morder pra arrancar o pedaço
Arquétipo de vampira
Vou deixar marca do meu gosto no teu sangue
Tu vem de volta e bate forte
Que é pra machucar
No quarto escuro, tudo dentro
Pulsante
A ordem é só para quando eu mandar parar
Cuando se apagan las luces, me vuelvo bruta
No te resistes a mí, sabes que disfrutas
Esta noche te dejo llamarme tuya
Me chama, me chama, me chama
Me-me chama de sua
Hoje pode, pode-pode me chamar de sua
Olha pra lá eu tô nua, olha pra cá eu tô nua
Me chama, me chama, me chama
Me-me chama de sua
Me chama, me chama, me chama
Me-me chama de sua
Hoje pode, pode-pode me chamar de sua
Olha pra lá eu tô nua, olha pra cá eu tô nua
Me chama de sua, a minha carne crua
Sente o teu desejo
Homem mentiroso do tato curioso
Que me agrada o paladar
Me chama de sua, a minha carne crua
Sente o teu desejo (a mi me gusta)
Homem mentiroso do tato curioso
Que agrada o paladar
Sóo silky
The touch, the pleasure
Too much
So silky
The touch, the pleasure
Too much
So silky
The touch, the pleasure
Too much
So silky
The touch, the pleasure
Too much
Me chama, me chama, me chama
Me-me chama de sua
Hoje pode, pode-pode me chamar de sua
Olha pra lá eu tô nua, olha pra cá eu tô nua
Me chama, me chama, me chama
Me-me chama de sua
Me chama, me chama, me chama
Me-me chama de sua
Hoje pode, pode-pode me chamar de sua
Olha pra lá eu tô nua, olha pra cá eu tô nua



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