Hablemos Claro
La cartera llena
La memoria llena
Voy sin bajar avión
Sin seguir el guion
La hierba envenena
La sangre me drena
Con los míos voy
Metido en líos son
Las doce de la noche y el sueño no
Llega pronto
Y que tu morra me tira, pues, mala mía
Pa' que se buscan las que son todavía son mías
La manilla aquí no llega y no
Se crea tan cabrón, tan reales para mí no son
Doble vaso, perfil bajo
No ando de farol
No son barrio ni sicarios
Puro chiste triste son
Tú
No me agüita
Las envidias siempre salen
Dejo que los perros ladren
Que yo sigo atizando por todos lados
No los veo estar de este lado
Solo reaccionando estados de los distintos estados que mi pluma ha provocado
La morra, un coco tronado
Oye, loco, hablemos claro
Oye, son o se parecen
¿Por qué nunca paran bala?
Par de jotos
No le calen
Vale gaver tú y tu flota
Se hacen tontos
Si me ven pasar
Cada quien lo que merece
Entre su barrio se señalan
Y lo noto
Que a lo poco que ha vivido
Se cree mucho y no hace nada
Y si hay algún problema, entonces, cae y hablemos claro
Suenan las sirenas
La chompa me truena
Y no, no sé dónde estoy
¿Qué es lo que pasó?
No quieren lo que tengo, quieren que no sea yo
Las palabras de mi madre, lo que me ayudó
A no caer en sus mentiras como tú, un millón
Más me la siguen pelando hasta el día de hoy
Se quejan de sus resultados
Mientras me ven en todos lados
Chale, lo bajo que has llegado
Y si no le gusta escucharlo
Oye, loco, hablemos claro
Vamos Falar Claro
A carteira cheia
A memória cheia
Vou sem descer do avião
Sem seguir o script
A erva envenena
O sangue me drena
Com os meus vou
Metido em confusão são
São doze da noite e o sono não
Chega logo
E que sua mina me atira, pois, desculpa aí
Pra que se metem com quem ainda é minha
A manilha aqui não chega e não
Se acha tão foda, tão reais pra mim não são
Copo duplo, perfil baixo
Não ando de farol
Não são do bairro nem matadores
Puro chiste triste são
Tu
Não me abala
As invejas sempre aparecem
Deixo que os cães ladrem
Que eu sigo agitando por todos os lados
Não os vejo estar desse lado
Só reagindo a estados dos diferentes estados que minha caneta provocou
A mina, um coco estourado
Oi, mano, vamos falar claro
Oi, são ou se parecem
Por que nunca param a bala?
Um par de viados
Não se metem
Vale nada você e sua turma
Fingem ser bobos
Se me veem passar
Cada um recebe o que merece
Entre seu bairro se apontam
E eu noto
Que do pouco que viveu
Se acha muito e não faz nada
E se há algum problema, então, cai e vamos falar claro
Soam as sirenes
A bomba me estoura
E não, não sei onde estou
O que aconteceu?
Não querem o que tenho, querem que eu não seja eu
As palavras da minha mãe, o que me ajudou
A não cair nas mentiras deles como você, um milhão
Ainda me ignoram até hoje
Reclamam dos resultados
Enquanto me veem em todos os lugares
Caramba, quão baixo você chegou
E se não gosta de ouvir isso
Oi, mano, vamos falar claro
Composição: Kb R (Erick Sierra)