Irrenhaus
Du erinnerst mich an diesen Zeitungsburschen
aus Boston oder New York, der sagte:
„Lieber geh ich vor die Hunde
als das ich von euch mir irgendwas borg."
Im Film ham die immer Fortuna parat.
Dich hat man wieder über´s Ohr gehau´n,
dann weggejagt.
Irre ins Irrenhaus,
die Schlauen ins Parlament.
Selber schuld daran,
wer die Zeichen der Zeit nicht erkennt.
In deinen Augen ist zu lesen:
„Gut, ich geh es an."
Auf deiner Lederjacke steht:
„Vergiss es!"
In deinem Kopf Größenwahn.
Gekonntes Schweigen, ich vermiss es.
Warum denn immer wieder mit Kanonen auf Spatzen?
Das Blut spritzt rot.
Im Präsidium kreisen die Geier liberal
und lachen sich tot.
Irre ins Irrenhaus,
die Schlauen ins Parlament.
Selber schuld daran,
wer die Zeichen der Zeit nicht erkennt.
Irre ins Irrenhaus,
die Schlauen ins Parlament.
Selber schuld daran,
wer die Zeichen der Zeit nicht erkennt.
Dritter Akt, vierte Szene:
Verdammt, ich hab´s vergessen.
Eine Rose, ich wollt sie dir ins Irrenhaus schicken.
Ich weiß, du bist darauf versessen.
Also noch´n paar Runden Domino
bis ich wiederkomm.
Oder eine kleine Reise von Tel Aviv bis nach Babylon.
Irre ins Irrenhaus,
die Schlauen ins Parlament.
Selber schuld daran,
wer die Zeichen der Zeit nicht erkennt.
Irre ins Irrenhaus,
die Schlauen ins Parlament.
Selber schuld daran,
wer die Zeichen der Zeit nicht erkennt.
Casa dos Loucos
Você me lembra aquele garoto de jornal
de Boston ou Nova York, que disse:
"Prefiro ir pro fundo do poço
do que pedir algo pra vocês."
No filme, eles sempre têm a sorte na mão.
Você foi enganado de novo,
e depois expulso.
Loucos vão pro hospício,
os espertos pro parlamento.
A culpa é de quem
não vê os sinais do tempo.
Nos seus olhos dá pra ler:
"Beleza, vou encarar."
Na sua jaqueta de couro tá escrito:
"Esquece isso!"
Na sua cabeça, uma megalomania.
Um silêncio calculado, eu sinto falta.
Por que sempre atirar com canhões em pardais?
O sangue jorra vermelho.
No comitê, os abutres liberais
riem até morrer.
Loucos vão pro hospício,
os espertos pro parlamento.
A culpa é de quem
não vê os sinais do tempo.
Loucos vão pro hospício,
os espertos pro parlamento.
A culpa é de quem
não vê os sinais do tempo.
Terceiro ato, quarta cena:
Droga, eu esqueci.
Uma rosa, eu queria te mandar pro hospício.
Eu sei que você tá doida por isso.
Então mais algumas rodadas de dominó
até eu voltar.
Ou uma pequena viagem de Tel Aviv a Babilônia.
Loucos vão pro hospício,
os espertos pro parlamento.
A culpa é de quem
não vê os sinais do tempo.
Loucos vão pro hospício,
os espertos pro parlamento.
A culpa é de quem
não vê os sinais do tempo.