Yours Cowardly
Prisoner of my own state of mind?
Is it me who looks at me through the mirror?
Or is it the betrayer imploring?
The ones I met in my endless nights seem so real
Dreams are war fields, ruined churches on infinite plains
Children live here, they are dying. dying by using
each of their breaths singing gruesome songs again...and again
Patience
the only way to catch the light
Give me the illusion to live
Give me the rain to wash my past years, give me the wind
to move torments away
Give me the lfame to burn her memory
Time bastard time, cruel enemy
You use your more efficient weapon on me
Chrisantemums now rot on the coffin
You wore her down, now you wear me down
Life like a requiem, a monotonous requiem
Declaration of war! Fire! Water! Air! Take my pain away!
Take my dying planet away!
Take the children that cry away!
Take the doubt haunting me away!
And bring my dignity back.
For me the days have lost all of their savour
Pathetic agony, sadistic oblivion!
A dying wish, a last prayer, show me the boundary ou la nuit s'acheve
Fire!
Water! Air! Take my pain away!
Whe...Did time...Put...its bloody lips...on mine
Of dear mistress, you who gave me a sense to my existence
Oh dear mistress, this dance is a trance to eternity!
...may these landsxapes be mine, and let have a trip to them...together
A trip far from my dying planet, a trip dar from the
children that cry.
Bring my dignity back and accept all my apologies
The end seems now so near! Doubts now wear their
blackest dress
Open my veins and you will find two colours of blood
spilling of them
One for hers and one for mine, the one feeding me,
the other poisoning me
Sick and blind, weak and blind, the one I was, the one I am
The sea in which I'm now drowning is the one that she filled
with her tears
The sea in which I'm now drowning is deep...enough...to
erase...all traces of me.
Teu Covarde
Prisioneiro do meu próprio estado mental?
Sou eu quem se olha no espelho?
Ou é o traidor implorando?
Aqueles que conheci nas minhas noites sem fim parecem tão reais
Sonhos são campos de batalha, igrejas arruinadas em planícies infinitas
Crianças vivem aqui, estão morrendo, morrendo ao usar
cada uma de suas respirações cantando canções horríveis de novo... e de novo
Paciência
a única maneira de alcançar a luz
Dê-me a ilusão de viver
Dê-me a chuva para lavar meus anos passados, dê-me o vento
para afastar tormentos
Dê-me a chama para queimar sua memória
Tempo, filho da mãe, cruel inimigo
Você usa sua arma mais eficiente contra mim
Crisântemos agora apodrecem no caixão
Você a desgastou, agora você me desgasta
A vida como um réquiem, um réquiem monótono
Declaração de guerra! Fogo! Água! Ar! Leve minha dor embora!
Leve meu planeta moribundo embora!
Leve as crianças que choram embora!
Leve a dúvida que me assombra embora!
E traga minha dignidade de volta.
Para mim, os dias perderam todo o seu sabor
Agonia patética, esquecimento sádico!
Um desejo moribundo, uma última oração, mostre-me o limite onde a noite se acaba
Fogo!
Água! Ar! Leve minha dor embora!
Whe... O tempo... Colocou... seus lábios sangrentos... nos meus
Ó querida mestra, você que deu sentido à minha existência
Oh querida mestra, essa dança é um transe para a eternidade!
...que essas paisagens sejam minhas, e que possamos viajar por elas... juntos
Uma viagem longe do meu planeta moribundo, uma viagem longe das
crianças que choram.
Traga minha dignidade de volta e aceite todas as minhas desculpas
O fim agora parece tão perto! As dúvidas agora vestem seu
vestido mais negro
Abra minhas veias e você encontrará duas cores de sangue
escorrendo delas
Uma por ela e uma por mim, a que me alimenta,
a outra me envenenando
Doente e cego, fraco e cego, aquele que eu era, aquele que sou
O mar no qual estou agora me afogando é aquele que ela encheu
com suas lágrimas
O mar no qual estou agora me afogando é profundo... o suficiente... para
apagar... todos os traços de mim.