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Esta Eterna Amargura

Kemet

This Eternal Bitterness

A thousand stars disturb my dreams witnesses
Of my tears
A slow caress pulled me from my sleep
I?m waking up but my eyes stayed closed.
The taste of reality will now leave my lips
My new mistress, the one you call death
The one you dread will received my soul
In its last residence.
La mort, ultime delivrance
Va briser les chaines qui liaient mon ame
A ce spectre du passe
Que le sang puisse effacer
Cette promesse bafouee.
A garden of roses, of peace and quiet,
Will make so sweet the feeling of eternity
In their words forever lost, could they just think
It was the only way for me?
The blood and sorrow
Have dicted their laws
It was the only way for me, to be by your side
The pain, the cold compain of existence
The pain, brought me to new landscapes
The pain, spilling in my veins, like the memory of
Your grace.
It was the only way for me
To be by your side and forget these cold nights
To take me to the other side.
Just a word, a sign to breath the rope
Forget these gloomy hours
A word to leave this cold night.
A sign, too much for you to give
You left me behind you under this black sky
The back whipped by a boling rain
That swept away my soul.
The wording, the last act we played
Is coming back to me, like ghosts wandering in my head
And here the storm subsided.
A slow caress pulled me from my sleep
Waking up but my eyes stayed closed
An iced kiss, then froze my lips.
An iced kiss, then froze my lips
My flight just failed
My suicide rimed aground...
And only wander in the ruins of my past
Trapped in the embrace of
This eternal bitterness.

Esta Eterna Amargura

Mil estrelas perturbam meus sonhos, testemunhas
Das minhas lágrimas
Uma carícia lenta me puxou do sono
Estou acordando, mas meus olhos ficaram fechados.
O gosto da realidade agora sairá dos meus lábios
Minha nova amante, a que você chama de morte
Aquela que você teme receberá minha alma
Em sua última morada.
A morte, última libertação
Vai quebrar as correntes que prendiam minha alma
A esse espectro do passado
Que o sangue possa apagar
Essa promessa desfeita.
Um jardim de rosas, de paz e tranquilidade,
Fará tão doce a sensação da eternidade
Em suas palavras para sempre perdidas, poderiam apenas pensar
Que era o único jeito para mim?
O sangue e a dor
Ditavam suas leis
Era o único jeito para mim, estar ao seu lado
A dor, a fria companheira da existência
A dor, me levou a novas paisagens
A dor, escorrendo em minhas veias, como a memória de
Sua graça.
Era o único jeito para mim
Estar ao seu lado e esquecer essas noites frias
Me levar para o outro lado.
Apenas uma palavra, um sinal para respirar a corda
Esquecer essas horas sombrias
Uma palavra para deixar esta noite fria.
Um sinal, muito para você dar
Você me deixou para trás sob este céu negro
As costas açoitando por uma chuva torrencial
Que varreu minha alma.
As palavras, o último ato que interpretamos
Estão voltando para mim, como fantasmas vagando na minha cabeça
E aqui a tempestade diminuiu.
Uma carícia lenta me puxou do sono
Acordando, mas meus olhos ficaram fechados
Um beijo gelado, então congelou meus lábios.
Um beijo gelado, então congelou meus lábios
Meu voo simplesmente falhou
Meu suicídio encalhou...
E apenas vagar nas ruínas do meu passado
Preso no abraço de
Esta eterna amargura.

Composição: