Wir Werden Nie Enttäuscht Werden
N die Kunst um sich ganz in ihr zu versenken
Ein Leben zu leben und keins zu verschenken
In die Festungsbunker, sich selber genügen
Zum Erlebnis-Schrott sich selber belügen
Die Hoffnung der Mütter, die Träume der Väter
In den Knochenmühlen der letzten paar Meter
Den Platz zu finden, den Ort zu bestimmen
Also wohin?
Auf die Spaß-Galeere, wäre lieber alleine
Von hinten schreit einer, jetzt rudert ihr Schweine
Ins Selbstmitleid nur für Holz und Späne
Ins Basislager der toten Pläne
In die Tempel der Wahrheit, die Tempel der Klarheit
Am Eingang dann jemand: Schön, dass ihr da seid
Den Platz zu finden, den Ort zu bestimmen
Also wohin?
Und unversöhnt uncool Forderungen stellen
Ja, spannt ihr Spinner. War alles nur Spaß
Vom Dunkeln ins Helle das Dunkle aufhellen
Und in diesem Schlachthof sind Wände aus Glas
Ideen die sterben im Kommen und Gehen
Lektionen zu lernen, Sonne zu sehen
Der letzte Schritt aufs Hochplateau
Nur jetzt sag wo?
Die Gedanken: Kopien. Die Gesten: Zitate.
Die Gefühle sind echt wie Implantate
Distanz über alles und so mittendrin
Ironie als schöne Komplizin
Und Unterscheidung als härteste Währung
Der Konjunktiv als beste Erklärung
Wir werden nie enttäuscht werden
Wir werden nie enttäuscht werden
Nunca Seremos Decepcionados
Na arte de se perder completamente
Viver uma vida e não desperdiçar nenhuma
Nos bunkers da fortaleza, se bastar
Se enganando com experiências de lixo
A esperança das mães, os sonhos dos pais
Nas moendas de ossos dos últimos metros
Encontrar o lugar, determinar o destino
Então, pra onde vamos?
Na galera da diversão, preferia estar sozinho
Alguém grita lá atrás, agora remem, seus porcos
No auto-piedade só pra madeira e lascas
No acampamento base dos planos mortos
Nos templos da verdade, os templos da clareza
Na entrada alguém diz: Que bom que vocês estão aqui
Encontrar o lugar, determinar o destino
Então, pra onde vamos?
E sem reconciliação, sem frescura, fazendo exigências
Sim, vocês, malucos. Foi tudo só diversão
Do escuro pro claro, iluminando o que é sombrio
E neste matadouro, as paredes são de vidro
Ideias que morrem no vai e vem
Lições a aprender, sol a ver
O último passo pro alto platô
Só agora diz, onde?
Os pensamentos: cópias. Os gestos: citações.
Os sentimentos são reais como implantes
Distância acima de tudo e assim no meio
Ironia como bela cúmplice
E distinção como a moeda mais forte
O subjuntivo como a melhor explicação
Nunca seremos decepcionados
Nunca seremos decepcionados
Composição: Marcus Wiebusch, Kettcar