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Empoderamento Feminino

Kéziah Blu

Female Empowerment

Mmm (oh)
Hand on my heart, I feel the bass come alive
This is my time, watch me rise

Morning meets my mirror, tries to tell me who to be
Whispers quiet, smaller, but that ain't home to me
My pulse is a bassline, rolling warm and deep
I lace up my courage, step into my beat

I used to fold my edges just to fit a frame
Now I let the river write the shape of my name
Plant a seed in concrete, hear it testify
Every crack turns into sunlight, so do I

I'm silk and steel, I bend but never break
Filling up my cup until the mountains wake
I hold my light, won't wait for sunrise
Hand on my crown, I own my sky (my sky)

Own my sky, own my sky (yeah, yeah)
Own my sky, own my sky

They said too much, too loud, but I'm a quiet storm
Soft like summer rain, reshaping every form
Grace in my pocket, thunder in my stride
I take up all my space, it's always been my size

I kept every promise made to everyone but me
Now I sign in gold the borders of my peace
No apologies for the woman I design
I breathe into my power, feel my soul align

I'm silk and steel, I bend but never break
Filling up my cup until the mountains wake
I hold my light, won't wait for sunrise
Hand on my crown, I own my sky (my sky)

I rose from ash to amber, learned to keep the flame
Lighthouse in my ribcage calling out my name
My past is not a prison, it's where diamonds hide
Every time I touched the ground, I rooted, and I climbed

Ooh, I'm the garden and the rain
Silk and steel in every vein
Hear my heartbeat testify
I was born to own this sky

I'm silk and steel, I bend but never break (never break)
Pouring love within, watch the whole world wake (watch it wake)
I hold my light, won't wait for sunrise
Hand on my crown, I own my sky (my sky)

Own my sky (yeah), own my sky
Blooming through the night, I own my sky
Silk and steel, my soul in flight
Hand on my crown, I own my sky

Empoderamento Feminino

Hum (ah)
Mão no meu coração, sinto o grave pulsar em mim
Este é o meu momento, vê só eu ascender

A manhã encontra meu espelho, tenta me dizer quem ser
Sussurra quieta, menor, mas isso não é lar pra mim
Meu pulso é uma batida, vibrando quente e no fundo
Eu amarro minha coragem, entro no meu ritmo

Eu dobrava minhas bordas só pra caber num molde
Agora deixo o rio escrever a forma do meu nome
Planto uma semente no concreto, ouço-a testificar
Cada fenda vira luz do Sol, assim como eu

Sou seda e aço, me dobro mas jamais me quebro
Enchendo minha taça até as montanhas despertarem
Eu seguro minha luz, não espero o nascer do Sol
Mão na minha coroa, eu sou dona do meu céu (do meu céu)

Dona do meu céu, dona do meu céu (é, é)
Dona do meu céu, dona do meu céu

Disseram demais, alto demais, mas sou uma tempestade calma
Suave como chuva de verão, refazendo cada forma
Graça no meu bolso, trovão no meu caminhar
Eu ocupo todo o meu espaço, sempre foi o meu tamanho

Eu cumpri cada promessa feita a todos, menos a mim
Agora assino em ouro as fronteiras da minha paz
Sem desculpas pela mulher que eu desenho
Eu respiro meu poder, sinto minha alma se alinhar

Sou seda e aço, me dobro mas jamais me quebro
Enchendo minha taça até as montanhas despertarem
Eu seguro minha luz, não espero o nascer do Sol
Mão na minha coroa, eu sou dona do meu céu (do meu céu)

Eu ressurgi das cinzas ao âmbar, aprendi a guardar a chama
Farol na minha caixa torácica gritando meu nome
Meu passado não é uma prisão, é onde diamantes se escondem
Toda vez que toquei o chão, criei raízes e subi

Uh, sou o jardim e a chuva
Seda e aço em cada veia
Ouça meu coração testificar
Eu nasci pra ser dona deste céu

Sou seda e aço, me dobro mas jamais me quebro (jamais me quebro)
Derramando amor por dentro, vê o mundo inteiro despertar (vê despertar)
Eu seguro minha luz, não espero o nascer do Sol
Mão na minha coroa, eu sou dona do meu céu (do meu céu)

Dona do meu céu (é), dona do meu céu
Florescendo pela noite, eu sou dona do meu céu
Seda e aço, minha alma em pleno voo
Mão na minha coroa, eu sou dona do meu céu

Composição: Flândio Wilter Felgueira Quilombo