Spectral Monarchy
I prance on your grave… and I dance on your cremation
Your death teases my laughter… the irony. Molten irony.
Blood seeps into the soil… ashes stain the bloodline
Aristocracy reeks of shit… and lies of mutiny
Leaking like a drip on your head… this torment is like none to suffer
Your throat gargles with blood… blood of the innocence... of the purity.
Trenches in the ground make way for returns
Ravens quench their thirst in bloodthirsty rats
Infectus vena ov progenies… oculus ov nex vigilo sulum permoveo
Pick… peel… pry… open… the cyst of the monarchy
Tear… bleed… sweat… the fabric of reality.
Peons leaking blood onto the altar
Dying for a cause with their slit wrists
Screams of torment within the walls
This starts now, this contradiction… this ends now.
The echoes of your demise
None shall hear... this but thyself
Whisper in ears... one's false pretenses
Blackened roots have grown... deep into thee
Branched and oozed... be done unto thee
Seeds you have sown… now comes for thee.
I pound on your face… and I countdown your days
Your life ceases my laughter… the irony. Molten irony.
Blood is already the soil… ashes are the bloodline
Aristocracy still reeks of shit… and lies of mutiny.
Pick… peel… pry… open… the cyst of the monarchy
Tear… bleed… sweat… the fabric of reality.
Hurrah, hurrah... Hallelujah, Hallelujah.
O joyous duke… highness… honour… sir.
Monarquia Espectral
Eu danço sobre o seu túmulo… e faço festa na sua cremação
Sua morte provoca minha risada… a ironia. Ironia derretida.
Sangue se infiltra no solo… cinzas mancham a linhagem
A aristocracia fede a merda… e mentiras de motim
Pingando como uma gota na sua cabeça… esse tormento é único para sofrer
Sua garganta gorgoleja com sangue… sangue da inocência... da pureza.
Trincheiras no chão abrem caminho para retornos
Corvos saciam sua sede em ratos sedentos de sangue
Infectus vena ov progenies… oculus ov nex vigilo sulum permoveo
Cave… descasque… arranque… abra… o cisto da monarquia
Rasgue… sangre… sue… o tecido da realidade.
Servos sangrando no altar
Morrendo por uma causa com os pulsos cortados
Gritos de tormento dentro das paredes
Isso começa agora, essa contradição… isso termina agora.
Os ecos da sua morte
Ninguém ouvirá... exceto você mesmo
Sussurros nos ouvidos... das falsas pretensões
Raízes negras cresceram... fundo em você
Ramificadas e escorrendo... que seja feito a você
Sementes que você plantou… agora vêm para você.
Eu bato na sua cara… e conto seus dias
Sua vida silencia minha risada… a ironia. Ironia derretida.
O sangue já é o solo… cinzas são a linhagem
A aristocracia ainda fede a merda… e mentiras de motim.
Cave… descasque… arranque… abra… o cisto da monarquia
Rasgue… sangre… sue… o tecido da realidade.
Hurrah, hurrah... Aleluia, Aleluia.
Ó duque alegre… alteza… honra… senhor.