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Morrer para Dormir

Kiesza

To Die To Sleep

Oh to love
Oh to love against your will
To feel forever in hands
That will surely become dust
Oh to cling like magnets to moments that time will erase
To fade into one another and forget you once existed alone
To be so present that the future disappears into the past
Where it all makes perfect sense and the dotted lines connect

Oh to be thankful for the pain
That lead you to these arms
Where time cannot enter
And suffering cannot penetrate
To sing with notes that no voice can conjure
How helpless we become in love
How perfect we feel when we let go
And let flesh become soul
To free ourselves
And be whole for just a moment

Embers burning endlessly
Romeo, Romeo
Wherefore are, wherefore are thou Romeo

Oh to forget that all things end
To burn on love like suns in the abyss
Every breath an eternity
Every kiss the first
Every day the last
Every touch a black hole
That not even time can escape
What is this magic we possess
What is this spell binding us together

Oh to be lost and devoured
Porcelain willing to shatter
And end up broken and unfulfilled
Fractured into chapters so complete
They can never be completed
Oh to chase heaven through hell until at last
You've forgotten where you are
Sailing and destined and rudderless
Like feathers in a hurricane

Go insane with me, love
Let us both go mad if it means just one more moment like this
Again and again
A broken record looping into infinity
Drown with me, love
Pull me under like a sinking ship that once knew its course
Devour me
Burn through me like a wildfire
And if all that I am is ashes in the end
Then be dust
That had reason to exist

Dust
That chased eternity
Into dust
That we became
Dust
That can forever say
We were love

To die, to sleep
No more, and by a sleep to say we end
The heartache, and the thousand natural shocks that flesh is heir to
'Tis a consummation devoutly to be wished
To die, to sleep
To sleep, perchance to dream
Ay, there's the rub!
For in that sleep of death what dreams may come
When we have shuffled off this mortal coil
Must give us pause
There's the respect that makes calamity of so long life
To die to sleep
To die to sleep

Morrer para Dormir

Oh, amar
Oh, amar contra a sua vontade
Sentir para sempre em mãos
Que com certeza se tornarão pó
Oh, se apegar como ímãs a momentos que o tempo vai apagar
Desvanecer um no outro e esquecer que um dia existiu sozinho
Estar tão presente que o futuro desaparece no passado
Onde tudo faz sentido e as linhas pontilhadas se conectam

Oh, ser grato pela dor
Que te levou a esses braços
Onde o tempo não pode entrar
E o sofrimento não pode penetrar
Cantar com notas que nenhuma voz pode evocar
Como nos tornamos impotentes no amor
Como nos sentimos perfeitos quando deixamos ir
E deixamos a carne se tornar alma
Para nos libertar
E sermos inteiros por apenas um momento

Brasas queimando eternamente
Romeu, Romeu
Por que, por que és tu, Romeu?

Oh, esquecer que todas as coisas têm fim
Queimar no amor como sóis no abismo
Cada respiração uma eternidade
Cada beijo o primeiro
Cada dia o último
Cada toque um buraco negro
Que nem mesmo o tempo pode escapar
Que mágica é essa que possuímos
Que feitiço nos une

Oh, estar perdido e devorado
Porcelana disposta a se quebrar
E acabar quebrado e insatisfeito
Fraturado em capítulos tão completos
Que nunca podem ser completados
Oh, perseguir o céu através do inferno até que, por fim
Você tenha esquecido onde está
Navegando e destinado e sem leme
Como penas em um furacão

Fique louco comigo, amor
Vamos enlouquecer juntos se isso significar apenas mais um momento assim
De novo e de novo
Um disco quebrado se repetindo na eternidade
Afunde comigo, amor
Me puxe para baixo como um navio afundando que um dia conheceu seu rumo
Devorar-me
Queimar através de mim como um incêndio florestal
E se tudo que sou são cinzas no final
Então seja pó
Que teve razão para existir

Pó
Que perseguiu a eternidade
Em pó
Que nos tornamos
Pó
Que pode sempre dizer
Fomos amor

Morrer, dormir
Não mais, e por um sono dizer que acabamos
A dor no coração, e os mil choques naturais que a carne herda
É uma consumação que se deseja devotamente
Morrer, dormir
Dormir, talvez sonhar
Ah, aí está o problema!
Pois nesse sono da morte que sonhos podem vir
Quando nos livramos dessa mortalidade
Deve nos fazer refletir
Há o respeito que torna a calamidade de uma vida tão longa
Morrer para dormir
Morrer para dormir

Composição: