Poema Para Um Lírio Ausente
Kiko di Faria
Te busco, te caço
Mas não te encontro, não te acho!
Você me escapa por entre os braços
Deixando vazio sempre o meu abraço
Te amo!
Te quero!
E é o por isso que mesmo assim sempre te espero
Nesse degredo
Que não é segredo
Meu maior medo é de vez perder você
Eu olho em volta
Eu vou à porta
Alimentando em mim essa vã esperança!
No desencontro, passei do ponto e só te encontro em, minhas lembranças
De tua já tão distante, infância
Quero que cresça, que aconteça
Que apareça!
E que se puder, que você me inclua
Que volvas a mim
Pois sempre te quero
Que te espero
Longe ou perto, errado ou certo!
Esperando estou sempre de braços abertos
Com os meus ais, pra te acolher
Sendo você a minha menina ou uma mulher
No meu afeto
No meu abraço
Sempre o seu lugar está a te esperar
Sou um homem falho que igual a qualquer outro
Erra, falha e cai
Mas como nenhum outro, te ama e te quer
Em meu abraço de pai!
Te amo!
Te quero!
E é o por isso que mesmo assim sempre te espero
Nesse degredo
Que não é segredo
Meu maior medo é de vez perder você
Eu olho em volta
Eu vou à porta
Alimentando em mim essa vã esperança!
No desencontro, passei do ponto e só te encontro em, minhas lembranças
De tua já tão distante, infância
Quero que cresça, que aconteça
Que apareça!
E que se puder, que você me inclua
Que volvas a mim
Pois sempre te quero
Que te espero
Longe ou perto, errado ou certo!
Esperando estou sempre de braços abertos
Com os meus ais, pra te acolher
Sendo você a minha menina ou uma mulher



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