Sonhos Nas Veredas do Sertão
Kiko di Faria
Na imensidão do sertão
Caminho só, sem direção
Buscando um sentido pra vida
Entre a poeira e a solidão
Buscando um sentido pra vida
Entre a poeira e a solidão
O sol queima minha pele
E a lua me faz sonhar
Com um amor que se perdeu
Nas curvas deste lugar
A vida é um rio que corre
Levando sonhos pro mar
E eu sou só um passo na estrada
Tentando me encontrar
E eu sou só um passo na estrada
Tentando me encontrar
As estrelas são testemunhas
Das lágrimas que já chorei
Cada passo é uma lembrança
Do que um dia eu amei
Mas o tempo é implacável
E o cansaço a todos alcança
Meus olhos já não veem mais
E o fim da jornada se aproxima
Derrubando a minha esperança
No sertão, onde o sol é rei
Caminho só, sem direção
Buscando um sentido pra vida
Entre a poeira e a solidão
Buscando um sentido pra vida
Entre a poeira e a solidão
O vento sopra histórias antigas
E a lua ilumina meu pensar
Com um amor que se perdeu
Nas veredas deste lugar
A vida é como um rio seco
Que espera a chuva pra renascer
E eu sou só um vaqueiro
Tentando me entender
E eu sou só um vaqueiro
Tentando me entender
As estrelas são testemunhas
Das lágrimas que já chorei
Cada passo é uma lembrança
Do que um dia eu amei
Mas o tempo é mesmo implacável
E o cansaço abateu o meu vigor
Os meus olhos já não veem o caminho
Que difícil e escuro ficou
Só as lembranças em meu peito ficaram
E saudade de um grande amor
Estou chegando ao fim do caminho
Minha estrada de alegria e dor



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