Quintrala (Redemption Melodies to Her Wild Nature)
And little Catrala has thrown her tears
For grandma's illness
Is against (her) huge caprice,
Avoiding the firceness
Of what a tiny girl feels
Outside stars are hiding their lights
Unfolding a dreadful darkness
Upon march of monks started
Missing a young and chaste princess
The empress of Night
Catalina has got the permission she needed
Her desires are torrents
Of madness concealed
That let pageant look at
The lights of shadows, thrilled.
The stars have reignited
In hands of the march
And an ebony Jesus walks bleeding
Our sinful pride,
Hiding his Sodom before Procession of Blood
"Ground turns red as blood take possession of
What a so called Holy Ghost (is) supposed to
Clean with pain, lighting with its soft pleasure a
Growing unknown hidden in deepest core of our
Childish empress"
Images are fluttering
In a vortex of chaos
Stealing sleep away from the child's nest
Ideas run through pathway
Leading to evilness pagedom…
The girl can feel every drop of blood
She sees it flowing
Through a self induced wound
Until she needs (to) turn this dream
Into a reality indeed
Silence is flirting with shadows noises
Letting Catrala's footsteps
To be their black roses
Leading her to the hope of the whip
With its easing sadness
The chapel is opened
For its miniature priestess
Now she discovers her immaculate skin
To altar's whisper
As the long wait reaches its end
"At last body and essence are consumed (in) red
Flames… Hands get skilled with every beat of
Self passion, turning whistles of whiplash into
A little girl Redemption melodies to her Wild Nature.."
Quintrala (Melodias de Redenção para Sua Natureza Selvagem)
E a pequena Catrala derramou suas lágrimas
Pela doença da vovó
É contra (seu) enorme capricho,
Evitando a ferocidade
Do que uma garotinha sente
Lá fora as estrelas escondem suas luzes
Desdobrando uma escuridão horrenda
Sobre a marcha dos monges que começou
Sentindo falta de uma jovem e casta princesa
A imperatriz da Noite
Catalina conseguiu a permissão que precisava
Seus desejos são torrentes
De loucura escondida
Que deixam o espetáculo olhar
As luzes das sombras, emocionadas.
As estrelas reacenderam
Nas mãos da marcha
E um Jesus de ébano caminha sangrando
Nosso orgulho pecador,
Escondendo sua Sodoma diante da Procissão de Sangue
"A terra se torna vermelha enquanto o sangue toma posse de
O que um chamado Espírito Santo (deveria)
Limpar com dor, iluminando com seu suave prazer um
Desconhecido crescente escondido no fundo de nosso
Infantil imperatriz"
Imagens estão flutuando
Em um vórtice de caos
Roubando o sono do ninho da criança
Ideias correm por caminhos
Levando à maldade do pagão…
A menina pode sentir cada gota de sangue
Ela vê fluindo
Através de um ferimento autoinduzido
Até que precise transformar este sonho
Em uma realidade de fato
O silêncio flerta com os ruídos das sombras
Deixando os passos de Catrala
Serem suas rosas negras
Levando-a à esperança do chicote
Com sua tristeza aliviada
A capela está aberta
Para sua sacerdotisa em miniatura
Agora ela descobre sua pele imaculada
Ao sussurro do altar
Enquanto a longa espera chega ao fim
"Finalmente corpo e essência são consumidos (em) vermelho
Chamas… Mãos se tornam habilidosas a cada batida de
Auto paixão, transformando assobios de chicote em
Melodias de Redenção de uma garotinha para sua Natureza Selvagem.."