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Cavaleiro Escravo

Kocytus

Slave Knight

In the shadow of the divine
A slave knight I stood!
Bound by chains of fate, in servitude's cruel hood
Gods above, in splendor abuse!

Their decree my soul did smite!
A puppet to their will, in endless, thankless plight!

But through the veil, my eyes have seen!
No place for man, their fates detached!

No more shall I bear the yoke
Silver knighthood, honor of slaves!

Their decree my soul did smite!
I sever my chains, my destiny, I alone decide!

In twilight's embrace
A painter small, her canvas vast, unseen
A world anew, from ashes call
In hues of dark serene

The quest for soul, of darkest dye

To craft a realm so bold
A sanctuary from the sky
In her strokes, our fate unfolds

Ariandel! Will! Burn!
To be born anew
The crows will rot away!
As their granted wish

The painted world appeared!
In her despair
A place to protect!
A sacred vow

Her servant now awaits!
A quick death proceeds
Sister and the Father!
Death longs for you

Follow the red hood's path!
To the Dreg Heap
The Demon Prince!
At the city's peak

From Dragon Age!
Nothing changed!
But the will to save!
Mistress Painter, my life's reason
Save yourself 'fore I fall

In the ashes of time, my sanity frays
Feasting on remnants of pygmy lords

The quest twisted, a dark mirage, power's corrupting balm
In the void's embrace, I am lost

Cavaleiro Escravo

Na sombra do divino
Um cavaleiro escravo eu fiquei!
Amarrado por correntes do destino, no capuz cruel da servidão
Deuses acima, em esplendor abusam!

Seu decreto feriu minha alma!
Um fantoche à sua vontade, em um sofrimento sem fim e ingrato!

Mas através do véu, meus olhos viram!
Nenhum lugar para o homem, seus destinos desconectados!

Não mais suportarei o jugo
Cavaleiro prateado, honra dos escravos!

Seu decreto feriu minha alma!
Eu rompo minhas correntes, meu destino, eu decido sozinho!

No abraço do crepúsculo
Uma pintora pequena, sua tela vasta, invisível
Um mundo novo, das cinzas clama
Em tons de escuridão serena

A busca pela alma, de tinta mais escura

Para criar um reino tão audacioso
Um santuário do céu
Em suas pinceladas, nosso destino se desenrola

Ariandel! Vontade! Queime!
Para renascer
Os corvos apodrecerão!
Como seu desejo concedido

O mundo pintado apareceu!
Em seu desespero
Um lugar para proteger!
Um voto sagrado

Sua serva agora aguarda!
Uma morte rápida se aproxima
Irmã e o Pai!
A morte anseia por você

Siga o caminho da capuz vermelho!
Para o Monturo
O Príncipe Demônio!
No pico da cidade

Do Dragon Age!
Nada mudou!
Mas a vontade de salvar!
Senhora Pintora, a razão da minha vida
Salve-se antes que eu caia

Nas cinzas do tempo, minha sanidade se desgasta
Devorando os restos dos senhores pigmeus

A busca distorcida, um miragem sombria, o bálsamo corruptor do poder
No abraço do vazio, estou perdido

Composição: João Pedro Oliveira, Matheus Javali