Os Senhores de Nossas Mãos
Os senhores de nossas mãos
Acendem a lamparina, lamparina
Bebendo, se transformam em leões
Giram o copo, giram, giram
Bebem e se ferem
Procuram briga com o inimigo
Montam em cavalos árabes
Esticam o pescoço, esticam
Meu coração apodreceu, apodreceu
Dentro, o peito derreteu
O braço dos senhores cansou
Giram a espada, giram, giram
Senhores, o que faremos?
Vamos para as belezas
Vamos fazer o cavalo dançar na praça
Estica o pescoço, estica
Köroğlu diz que sou um velho
Fiquei velho, apodreci
O cavalo cansou, eu cansei
A beleza se empoleirou, se empoleirou