Tapporauta (Killing Iron)
-Synty tapporauta
-Synty tapporauta
Soas' sorti surmamiehet,
Ilikiäimmät ilkimötsi,
Häviölle hennon heimon,
Kuolontyveen kurjan kansan.
Lästä saapu inehmoine,
Koillisesta kuninkaine,
Anto ahjon, pisti palkeet,
Manamalmin valjastaikski
- synty tapporauta
Missä poltti kostonliekki, siel ei nähty rauhaa
Mikä malmis'tummaa tulta, mikä verta vahvaa
Siittä synty hurmekirves - synty tapporauta
Mihnä iski tapporauta, siel ei nahty rauhaa
-synty tapporauta
-synty tapporauta
Laitto miehet miekkoihnsa,
Kovapäiset kirveihiinsä,
Lausu piälle tannerloihdun,
Sorvaisihe sotasanat.
Anto ankaran iskiellä,
Kovakouran kurmutella,
Kiromahdin kiskuella,
Vihavirren veisahella:
-synty tapporauta
Missä poltti kostonliekki, siel ei nähty rauhaa
Mikä malmis' tummaa tulta, mikä verta vahvaa
Siittä synty hurmekirves - synty tapporauta
Mihnä iski tapporauta, siel ei nähty rauhaa
-synty tapporauta
-synty tapporauta
Heikko heimo hurjiintuihe,
Kurja kansa kimmastuihe,
Kosti miähil', kosti naisil',
Kosti viälä lapsillekki
Mihnä iski tapporauta
Siinä kallot katkieli
Mihnä tempas' hurmekirves
Siinä lihat liiskantuihe:
- synty tapporauta
Missä poltti kostonliekki, siel ei nähty rauhaa
Mikä malmis' tummaa tulta, mikä verta vahvaa
Siittä synty hurmekirves - synty tapporauta
Mihnä iski tapporauta, siel ei nähty rauhaa
- synty tapporauta
- synty tapporauta
Sillon rautakuninkaine,
Vasken tuoja, malmin luoja,
Katos'iliman istumatta,
Läksi iliman astumatta.
Missä vuosi vilhaveri
- siellä suru suurin sumas'
Missä vuosi vilhaveri
- siellä suru sumas'
Missä poltti kostonliekki, siel ei nähty rauhaa
Mikä malmis' tummaa tulta, mikä verta vahvaa
Siittä synty hurmekirves - synty tapporauta
Mihnä iski tapporauta, siel ei nähty rauhaa
Ferro da Morte
- Nasceu o ferro da morte
- Nasceu o ferro da morte
Soaram os homens de guerra,
Os mais cruéis e insensíveis,
Destruindo a frágil tribo,
Na morte do povo miserável.
Chegou a criatura,
Do nordeste, o rei,
Deu ao fogo, cravou as garras,
Para acorrentar o minério do além
- nasceu o ferro da morte
Onde queimava a chama da vingança, não se viu paz
Que metal de fogo escuro, que sangue forte
Daí nasceu o machado da fúria - nasceu o ferro da morte
Onde o ferro da morte atingiu, não se viu paz
- nasceu o ferro da morte
- nasceu o ferro da morte
Colocou os homens em suas espadas,
Os cabeçudos em seus machados,
Proferiu sobre a dança da terra,
Escreveu as palavras de guerra.
Deu a dura ordem,
Para a mão pesada se mover,
Praguejando e puxando,
Cantando a canção do ódio:
- nasceu o ferro da morte
Onde queimava a chama da vingança, não se viu paz
Que metal de fogo escuro, que sangue forte
Daí nasceu o machado da fúria - nasceu o ferro da morte
Onde o ferro da morte atingiu, não se viu paz
- nasceu o ferro da morte
- nasceu o ferro da morte
A frágil tribo enlouqueceu,
O povo miserável se enfureceu,
Vingou-se dos homens, vingou-se das mulheres,
Vingou-se até das crianças.
Onde o ferro da morte atingiu
Ali os crânios se quebraram.
Onde o machado da fúria golpeou
Ali a carne foi esmagada:
- nasceu o ferro da morte
Onde queimava a chama da vingança, não se viu paz
Que metal de fogo escuro, que sangue forte
Daí nasceu o machado da fúria - nasceu o ferro da morte
Onde o ferro da morte atingiu, não se viu paz
- nasceu o ferro da morte
- nasceu o ferro da morte
Então, com o rei do ferro,
O portador do bronze, o criador do minério,
Desapareceu sem sentar,
Partiu sem pisar.
Onde o ano foi de luto
- ali a tristeza é a maior neblina
Onde o ano foi de luto
- ali a tristeza se acumula.
Onde queimava a chama da vingança, não se viu paz
Que metal de fogo escuro, que sangue forte
Daí nasceu o machado da fúria - nasceu o ferro da morte
Onde o ferro da morte atingiu, não se viu paz