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Condenação de Vida

Kosto And Full

Condena de Vida

Percibir que nada cambia todo es igual
Observar gente que no se donde va
Arropar al tiempo que se pudre ante mí
proseguir sin vivir

repetir y sufrir una derrota más
Esta maldita rutina me va a destrozar
Derramar lágrimas frías como el cristal
Soportar reproches sobre lo que hice mal

Respirar con una soga atada al cuello
Me marcó con dolor sin dejar cicatriz
Me hundí pero hallé el camino a seguir
Encontré en mí la manera de huir

Sentir que el día sigue aún más allá
Intentar salir del circo que hay frente a mí
Resistir la presión prender mi odio
Olvidar que nací condenado a existir

Extender con rabia mi manera de ser
Responder a gritos que al final venceré
No creer a aquellos que anunciaron mi fin
Y cumplir las normas de este juego a seguir

sentir que el día sigue aún más allá
intentar salir del circo que hay frente a mí
resistir la presión prender mi odio
olvidar que nací condenado a existir
Solos: Antonio/Josep

Veneno negro como alas de cuervo
Que es mi vida sin libertad

Sentir que el día sigue aún más allá
Intentar salir del circo que hay frente a mí
Resistir la presión prender mi odio
Olvidar que nací condenado a existir

Extender con rabia mi manera de ser
Responder a gritos que al final venceré
No creer a aquellos que anunciaron mi fin
Y cumplir las normas de este juego a seguir

Respirar con una soga atada al cuello
Me marcó con dolor sin dejar cicatriz
Me hundí pero hallé el camino a seguir
Encontré en mí la manera de huir.

Condenação de Vida

Perceber que nada muda, tudo é igual
Observar pessoas que não sei pra onde vão
Abarcar o tempo que se apodrece diante de mim
Seguir em frente sem viver

Repetir e sofrer mais uma derrota
Essa maldita rotina vai me destroçar
Derramar lágrimas frias como cristal
Suportar os reproches sobre o que fiz de errado

Respirar com uma corda no pescoço
Me marcou com dor sem deixar cicatriz
Me afundei, mas encontrei o caminho a seguir
Descobri em mim a forma de fugir

Sentir que o dia continua ainda além
Tentar sair do circo que está na minha frente
Resistir à pressão, acender meu ódio
Esquecer que nasci condenado a existir

Estender com raiva meu jeito de ser
Responder aos gritos que no final eu vou vencer
Não acreditar em quem anunciou meu fim
E seguir as regras desse jogo a cumprir

Sentir que o dia continua ainda além
Tentar sair do circo que está na minha frente
Resistir à pressão, acender meu ódio
Esquecer que nasci condenado a existir
Sozinhos: Antonio/Josep

Veneno negro como asas de corvo
O que é minha vida sem liberdade

Sentir que o dia continua ainda além
Tentar sair do circo que está na minha frente
Resistir à pressão, acender meu ódio
Esquecer que nasci condenado a existir

Estender com raiva meu jeito de ser
Responder aos gritos que no final eu vou vencer
Não acreditar em quem anunciou meu fim
E seguir as regras desse jogo a cumprir

Respirar com uma corda no pescoço
Me marcou com dor sem deixar cicatriz
Me afundei, mas encontrei o caminho a seguir
Descobri em mim a forma de fugir.