Una vez Más
Llueve miedo en mi interior, un otoño en flor, que sentir,
Resplandece en contra luz y como inmenso alud, vuelve a mi la soledad, uh, uh, ...lo sé.
Fortalezco mi razón, lo que busco hoy, vierte del ayer. Mira, oh,... mira, quien puedo ser.
No, no, puedo, rasgar valor con miedo, si herido he de volver,
Navegando voy, con escasa piel, tan sensible, al escapar, uh, uh,...una vez más, voy ausente,..
En tinieblas, bajo eclipses, soy quien tiembla, llantos grises, suelo ser,... uh!,...siento ser.
Hoy he ido como ayer, a ese lugar, que es mar de sed,
Grito herido en su ansiedad, oculto así , en soledad,
- Para oír, ...blancas voces,...oh no.-
No, no, no, no puedo y siento ser tan frágil, me encuentro débil sangrando fácil,
Cayendo, en declive, sintiendo, que gimen, mis esferas sensibles.
Y usted, que me espera ser sed en mar, grito que gime, sin temor,
a enfrentarle voy navegando con escasa piel, escuche no tema.
Ahora no sé que hacer, mi soledad es mar de sed, que no termina, que me domina, como los días de ayer, dónde estás?, dónde estás?, ...uh, ...uh,...
dónde estás?, dónde estás?.'
Mais Uma Vez
Chove medo dentro de mim, uma primavera em flor, que sentir,
Brilha contra a luz e como uma avalanche imensa, a solidão volta pra mim, uh, uh,... eu sei.
Fortalezco minha razão, o que busco hoje, vem do ontem. Olha, oh,... olha, quem eu posso ser.
Não, não posso, rasgar coragem com medo, se ferido eu tiver que voltar,
Navegando vou, com pele fina, tão sensível, ao escapar, uh, uh,... mais uma vez, estou ausente,...
Em trevas, sob eclipses, sou quem treme, choros cinzentos, costumo ser,... uh!,... sinto ser.
Hoje fui como ontem, pra aquele lugar, que é um mar de sede,
Grito ferido na sua ansiedade, assim me escondo, na solidão,
- Para ouvir,... vozes brancas,... oh não.-
Não, não, não, não posso e sinto ser tão frágil, me encontro fraco sangrando fácil,
Caindo, em declive, sentindo, que gemem, minhas esferas sensíveis.
E você, que me espera ser sede no mar, grito que geme, sem medo,
a enfrentar você vou navegando com pele fina, escute, não tema.
Agora não sei o que fazer, minha solidão é um mar de sede, que não termina, que me domina, como os dias de ontem, onde você está?, onde você está?, ...uh,...uh,...
donde você está?, onde você está?.'