Ein Gnadenschuss der Menschenbrut
Ein Gnadenschuss der Menschenbrut
So weit wir auch fliehen
Überall empfängt uns diese Menschenbrut
Der Ekel gibt uns einen Kuss welcher so bitter auf uns'ren Lippen brennt
Schwache Schatten ihrer verblichenen Art
Individuelle Stärke verkommen zum Gemeinschaftsgeist
Wehmütige Blicke auf das was wurde erschaffen
Kriechende Marionetten
Nichts verstehend
Nichts sagend
Nichts wagend
Über nichts erhebend
Stagnation schon in der Wiege Born
Ein Gemäuer aus morschen Holz erfüllt von Inkompetenz
Ein Gnadenschuss der Menschenbrut!
Eine vermeintliche Zivilisation im selbstverliebten Taumel
Verwässern die letzten Refugien der eigenen Art
Spülen sie hinfort in das Meer der lebenden Belanglosigkeiten
Ein Gnadenschuss der Menschenbrut!
Um Tiro de Graça da Raça Humana
Um tiro de graça da raça humana
Por mais que tentemos fugir
Em todo lugar somos recebidos por essa raça humana
O nojo nos dá um beijo que queima amargo em nossos lábios
Sombras fracas de sua espécie desbotada
Força individual se transforma em espírito de coletividade
Olhares melancólicos para o que foi criado
Marionetes rastejantes
Nada entendendo
Nada dizendo
Nada ousando
Nada elevando
Estagnação já no berço
Um muro de madeira podre cheio de incompetência
Um tiro de graça da raça humana!
Uma suposta civilização em um êxtase narcisista
Dilui os últimos refúgios de sua própria espécie
Arrastando-os para o mar das trivialidades vivas
Um tiro de graça da raça humana!