Tod eins Winters
Tod eines Winters
Lange Schatten warf der Herbst,
als die ersten Boten kamen
Kälte kroch in unsre Lungen,
um uns alsdann ganz zu umarmen
Kristalle tanzten mit dem Wind,
und gaben ihm ihr Angesicht
Formierten einen Wall,
undurchdringbar für das Licht
Obgleich ist das Dasein nur,
ein Stern der am Nachthimmel verglimmt
Welch Ironie dass aus der Toten Saft
Verschmähtes neues Leben rinnt
Bitter schien mir die letzte Stunde,
als aus der Furcht Gewissheit trat
Hämisch grinste nur der Mensch,
als des Winters Tod besiegelt ward
Morte de um Inverno
Morte de um Inverno
Sombras longas o outono lançou,
quando os primeiros sinais chegaram
O frio entrou em nossos pulmões,
para então nos abraçar por inteiro
Cristais dançavam com o vento,
e lhe mostravam seu rosto
Formaram uma barreira,
intransponível para a luz
Embora a vida seja apenas,
um estrela que brilha no céu noturno
Que ironia que do suco dos mortos
um novo ser desprezado flui
Amarga me pareceu a última hora,
quando da dúvida a certeza surgiu
Somente o homem sorriu de forma cruel,
quando a morte do inverno foi selada