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Serenata Sem Vida

Krohm

Lifeless Serenade

Vagrant, cold winds...over mourningly vent trees
Low clouds gather, irrevent to life
Their quiet sounds seep into my being
Creating a deadly lie

Lie in truth, truth in lie
Life of Death, Death of life
Wreaking tentacles of fate
Reveal life as a disease

Human time leaves me
Draining veins in my strife
An elusive dream unravels
In the absence of meaning

I see faces with no eyes
Hives of flesh, covered wih flies
They are the haunters of minds
The granters of death

"Be you the messanger,
black in spirit, your tragedy we shall venerate..."
Lifeless serenade
Sung by grevious forms
These voices from the ground
Are not of living breath

I carry the visceral secret
On my flight to illumination
To welcome the dream
Of your last salute

Vagrant, cold winds...over mourningly vent trees
Low clouds gather, irrevent to life
Carriers of scorn, shrouds of murk
My eyes have opened to life's erosion

Serenata Sem Vida

Vagabundos, ventos frios... sobre árvores que choram
Nuvens baixas se acumulam, indiferentes à vida
Seus sons silenciosos penetram em meu ser
Criando uma mentira mortal

Mentira na verdade, verdade na mentira
Vida da Morte, Morte da vida
Tentáculos devastadores do destino
Revelam a vida como uma doença

O tempo humano me abandona
Drenando veias na minha luta
Um sonho ilusório se desfaz
Na ausência de sentido

Vejo rostos sem olhos
Colmeias de carne, cobertas de moscas
Eles são os assombros das mentes
Os doadores da morte

"Seja você o mensageiro,
negro de espírito, sua tragédia iremos venerar..."
Serenata sem vida
Cantada por formas tristes
Essas vozes do chão
Não são de respiração viva

Carrego o segredo visceral
Na minha jornada para a iluminação
Para acolher o sonho
Do seu último adeus

Vagabundos, ventos frios... sobre árvores que choram
Nuvens baixas se acumulam, indiferentes à vida
Portadores de desprezo, mortalhas de escuridão
Meus olhos se abriram para a erosão da vida

Composição: Kaobelo