Gwiazda Szeryfa
Zab³ys³a gwiazda, szeryfa znak
W zaroœlach szmer, to banda zbirów czai siê tak
renic¹ czarn¹ patrz¹ w siebie lufy dwie
Papierowe miasto pali siê!
U wrót czterema kopytami zary³ siê koñ,
Zarobi³ kulkê Bill gdy Bessie œmia³a siê doñ
Ten western przecie¿ dobrze z ¿ycia ka¿dy zna
Gdy szczêœcie blisko to zza wêg³a pada strza³.
O szeryf, szeryf - o le, le, le
Do olster siêgnij i pokonaj moce z³e
Bo dobro trwalsze jest od ska³
W wszystko z³o przepada, gdy twój zagrzmi strza³.
Do œwitu jeszcze wiele godzin, wiele snów
A w domu tyle niepotrzebnych drêtwych mów
Przyzywa zimnym blaskiem neonowych ³un
Na rogu ofiar i obroñców bar saloon.
To banda pije, wszak ich znasz
Patrz jak fa³szywie siê uœmiecha ka¿da twarz
Ty razem z nimi brzêknij w szk³o
Czekaj¹c na szeryfa, co wypleni z³o.
Gdzie jesteœ szeryf, gdzie gdzie gdzie
Nie pozwól nam do koñca rozczarowaæ siê
To przecie¿ dobro trwalsze mia³o byæ od z³a
A nocy mrok mia³ krócej trwaæ od œwiate³ dnia.
Szeryfów nie ma, nie nie nie nie nie
Nie zagrzmi¹ z³ote kolby, banda naprzód prze
Cierpliwa kropla dr¹¿y ska³y z³om
Tornado wyje ciemn¹ noc¹ chwieje siê dom
Bum!
Kup bilet i na western spiesz
Gdy siê nie cieszysz ¿yciem, to siê œmierci¹ ciesz
A kiedy b³ysn¹ œwiat³a, zmilknie kamer szum
Spójrz na ulicê - to szeryfów st¹pa t³um.
Obejmij d³oni¹ kolbê, palcem zmacaj spust
B¹dŸ czujny i nic nie mów, ani pary z ust
Choæ nawet zegar dziejów bije smutny ton
To twoje serce prawdê mówi a nie on.
O szeryf, szeryf, trzymaj siê
Tak bardzo dobrze nie jest, ale nie jest Ÿle
Pamiêtaj bez zbytecznych s³ów
Dopóki ¿yjesz mo¿esz waliæ z obu luf
Bum! bum!
O szeryf, szeryf, trzymaj siê
Tak bardzo dobrze nie jest, ale nie jest Ÿle
Pamiêtaj bez zbytecznych s³ów
Dopóki ¿yjesz mo¿esz waliæ z obu luf.
Estrela do Xerife
Brilhou a estrela, sinal do xerife
Na mata um sussurro, a gangue se esconde assim
Com a mira negra olham pra si, dois canos
A cidade de papel tá pegando fogo!
Na porta, com quatro patas, um cavalo se enterrou,
Bill levou um tiro quando Bessie se atreveu
Esse faroeste, todo mundo conhece bem
Quando a sorte tá perto, um tiro vem do além.
Oh xerife, xerife - oh lê, lê, lê
Pega a arma e derrota as forças do mal
Pois o bem é mais forte que as rochas
Todo mal desaparece quando seu tiro ecoar.
Ainda temos muitas horas até o amanhecer, muitos sonhos
E em casa tantas conversas desnecessárias
Convocando com o brilho frio de néons
Na esquina de vítimas e defensores do bar saloon.
É a gangue bebendo, você os conhece
Olha como cada rosto sorri falsamente
Beba junto com eles, quebre o vidro
Esperando pelo xerife que vai erradicar o mal.
Onde você está, xerife, onde, onde, onde
Não nos deixe decepcionados até o fim
Pois o bem deveria ser mais duradouro que o mal
E a escuridão da noite deveria durar menos que a luz do dia.
Xerifes não estão aqui, não, não, não, não, não
Não vão ecoar os canos dourados, a gangue avança
Uma gota paciente desgasta as rochas
Um tornado uiva na noite escura, a casa balança
Bum!
Compre um ingresso e corra pro faroeste
Se você não tá feliz com a vida, então se alegre com a morte
E quando as luzes brilharem, o barulho das câmeras vai silenciar
Olhe pra rua - é a multidão dos xerifes que avança.
Agarre a arma com a mão, sinta o gatilho com o dedo
Fique alerta e não diga nada, nem uma palavra
Mesmo que o relógio da história toque um tom triste
Seu coração diz a verdade, e não ele.
Oh xerife, xerife, segure firme
Não tá tão bom assim, mas também não tá tão mal
Lembre-se, sem palavras desnecessárias
Enquanto você viver, pode atirar com os dois canos
Bum! bum!
Oh xerife, xerife, segure firme
Não tá tão bom assim, mas também não tá tão mal
Lembre-se, sem palavras desnecessárias
Enquanto você viver, pode atirar com os dois canos.