Historia Pewnej Mi³oœci
Opowiem wam jeszcze jedn¹ z ¿ycia historiê
Na tym brudnym podwórku w bramie kiedyœ sta³ cz³owiek
By³ starszy ode mnie o jakieœ cztery lata
Umar³, zanim pomoc nadjecha³a
Mia³ córkê. Zostawi³ j¹ sam¹
W mieszkaniu na parterze ale z kiblem na zewn¹trz
P³aka³a po nocach, a i proszki po³yka³a
Nie wiem ile lat mia³a, lecz nie taka znów ma³a
Mieszka³a d³ugo sama. Ten dom tu jest typowy
Kiedyœ drzwi Ÿle zamknê³a, wraca³ jeden z zabawy
By³ jak œwinia pijany, ujrza³ œwiat³o jak w celi
W sieni sta³a siê kobiet¹. ale wbrew swej woli
Modli³a siê potem by coœ z³ego go spotka³o
Jakby j¹ wys³uchano. nied³ugo go dopad³o
Trzech ¿uli z naprzeciwka
Kopali go w g³owê, a¿ przesta³ oddychaæ
Wtedy poszli w swoj¹ stronê
To jest historia nieznana
A jakby gdzieœ...
A jakby gdzieœ zas³yszana...
Mieszka³a ci¹gle sama, ale ciep³a pragnê³a
Mo¿e nada siê ten ch³opak, którego widzia³a
Kilka razy tu ostatnio
Wydawa³ siê lepszy ni¿ ci wszyscy menele
Tutaj starsi i m³odsi
Zagada³ do niej. gdy po mleko sta³a
Tak siê jakoœ u³o¿y³o. ¿e nied³ugo siê pobrali
Szybko córkê urodzi³a, wtedy bi³ on coraz wiêcej
I t³uk³ j¹ jak worek im d³u¿ej byli razem
Lat parê znów minê³o, to tutaj normalne
Przyzwyczajono siê, ¿e tam na dole p³acz i wrzaski
I w ci¹gu paru lat postarza³a siê o wieki
I trzês³a siê gdy s³ysza³a jego kroki
A¿ pewnej nocy gdy zaleg³ nieprzytomny
Zar¿nê³a go no¿em do krojenia chabaniny
Radiowóz j¹ zabra³ nazajutrz rano
Tylko córka jej zosta³a w tym mieszkaniu sama...
To jest... To jest historia nieznana
A jakby gdzieœ... a jakby gdzieœ zas³yszana
Jakby jakby gdzieœ s³yszana
To jest historia... to jest historia nieznana
Jak co ju¿ kiedyœ by³o, pani zabi³a pana
Pani, pani, pani zabi³a pana
To jest, to jest, to jest historia nieznana
A jakby gdzieœ zas³yszana
Pani zabi³a pana
To historia zas³yszana
História de um Amor Certo
Vou contar pra vocês mais uma história da vida
Nesse quintal sujo, na entrada, um homem já esteve
Era mais velho que eu, uns quatro anos
Morreu antes que a ajuda chegasse
Ele tinha uma filha. A deixou sozinha
No apartamento no térreo, mas o banheiro era do lado de fora
Ela chorava à noite e até engolia remédios
Não sei quantos anos ela tinha, mas não era tão pequena assim
Ela morou sozinha por muito tempo. Essa casa é típica
Um dia, ao fechar a porta, ele voltou de uma festa
Estava bêbado como um porco, viu a luz como numa cela
Na entrada, ela se tornou mulher, mas contra sua vontade
Depois, ela rezava pra que algo ruim acontecesse com ele
Como se a ouvissem. Logo, ele foi pego
Três caras da rua de frente
Chutaram sua cabeça até ele parar de respirar
Então, foram embora
Essa é uma história desconhecida
E como se...
E como se... tivesse sido ouvida em algum lugar...
Ela ainda morava sozinha, mas queria calor
Talvez nada se desse com o garoto que ela viu
Algumas vezes aqui recentemente
Parecia melhor que todos aqueles bêbados
Aqui, mais velhos e mais novos
Ele puxou conversa com ela, enquanto ela esperava o leite
Assim, as coisas se ajeitaram. Logo, se casaram
Ela rapidamente teve uma filha, então ele começou a bater mais
E a machucava como se fosse um saco, quanto mais tempo estavam juntos
Alguns anos se passaram, isso aqui é normal
Acostumaram-se com os gritos e choros lá embaixo
E em poucos anos, ela envelheceu décadas
E tremia ao ouvir os passos dele
Até que numa noite, quando ele estava inconsciente
Ela o esfaqueou com uma faca de cortar carne
A polícia a levou na manhã seguinte
Só a filha dela ficou sozinha naquele apartamento...
Isso é... Isso é uma história desconhecida
E como se... e como se tivesse sido ouvida em algum lugar
Como se, como se tivesse sido ouvida em algum lugar
Isso é uma história... isso é uma história desconhecida
Como já foi uma vez, a mulher matou o homem
A mulher, a mulher, a mulher matou o homem
Isso é, isso é, isso é uma história desconhecida
E como se tivesse sido ouvida em algum lugar
A mulher matou o homem
Essa é uma história ouvida.