Œmieræ Poety
Nie pomog³y zastrzyki,
Recenzje i pomniki,
Ni kwaœne mleko :
Przyszed³ szarlatan - szuja,
Obejrza³ go, pobuja³ :
- Dementia praecox.
To¿ radoœæ by³a w domu,
Nareszcie koniec sromu,
Skoñczony k³opot !
Dozorca œmia³ siê setnie :
- Zaraz mu nitkê przetnie
Panna Atropos.
¯ona klaska³a w d³onie:
- Ach, przecie nadszed³ koniec
Pijackich orgii.
Bólów mia³am niema³o,
Nareszcie twoje cia³o
Wezm¹ do morgi.
Wszyscy stanêli ko³em
Z czo³em bardzo weso³em.
Prasa, kuzyni;
I szacowne to grono
Orzek³o unisono :
- Dobrze tak œwini!
Po co dziewki uwodzi³,
Noc¹ domy nachodzi³,
Sen rw¹c dzieci¹tek;
I po co Pod Zegarem
La³ w brzucho wino stare
Œwi¹tek i pi¹tek ?
Zna go dobrze Warszawa:
Po¿ycza³ - nie oddawa³,
Nasienie drañskie;
A "poetyczne dale"
To byly te skandale
W Ma³ej Ziemiañskiej.
Dobrze ci, stary draniu,
Za grzechy nad otch³ani¹
Inferna zwisasz.
Najprzód gwiazdy i róze,
Potem sto³ek w cenzurze -
Sprzedajny pisarz !
Tak to nadobne grono
Radzi³o unisono
W œmiertelnej sali.
A ¿e lico mia³ bladsze
Orzekli: - Pewnie nadszed³
Koniec kanalii.
Zapachnia³y zefiry,
Brzêk³y potrójne liry,
Pierzchnê³a t³uszcza.
Serce alkoholowe
Unieœli anio³owie
Na z³otych bluszczach.
Poeta Maldito
Não ajudaram as injeções,
As resenhas e os monumentos,
Nem o leite azedo:
Veio o charlatão - safado,
Olhou pra ele, balançou:
- Demência precoce.
A alegria estava em casa,
Finalmente o fim da vergonha,
Acabou a dor!
O porteiro ria à beça:
- Logo ela vai cortar a linha
A moça Atropos.
A esposa aplaudia:
- Ah, finalmente chegou o fim
Das orgias de bêbados.
Tive muitas dores,
Finalmente seu corpo
Vão levar pro necrotério.
Todos se reuniram em círculo
Com a testa bem alegre.
A imprensa, os primos;
E esse grupo respeitável
Decidiu em uníssono:
- Bem feito, seu porco!
Pra que seduzia as garotas,
À noite invadia as casas,
Sonhos rasgando as crianças;
E pra que, sob o Relógio,
Despejava vinho velho
Na barriga de um e de outro?
Ele é bem conhecido em Varsóvia:
Pegava emprestado - não devolvia,
Semente de escória;
E os "poéticos vales"
Eram esses escândalos
Na Pequena Ziemiańska.
Bem feito pra você, velho safado,
Por seus pecados, à beira
Do abismo do inferno você pende.
Primeiro estrelas e rosas,
Depois um banquinho na censura -
Escritor vendido!
Assim esse belo grupo
Decidiu em uníssono
Na sala mortal.
E como seu rosto estava mais pálido
Decidiram: - Com certeza chegou
O fim do canalha.
O aroma das brisas,
Soaram liras triplas,
A gordura se esvaiu.
O coração alcoólico
Foi levado pelos anjos
Sobre as heras douradas.