Dziewczyna Siê Ba³A Pogrzebów
Tak d³ugo szukaæ i tak dziwnie nagle znaleŸæ siê,
Choæ tak co wiosnê jest - to jednak cud.
Noc ca³¹ bia³y diabe³ na kieliszka tañczy dnie,
W dzieñ czekasz u starego parku wrót.
Brzeg oceanu marzeñ znaczy po³amany p³ot,
Jak kipiel morskich pian - uliczka bzów,
Lecz nagle pêka cisza, a kto wie, ten pozna w lot -
Pogrzebny dzwon, no có¿ - nie przyjdzie znów...
Bo ona siê ba³a pogrzebów,
Co noc pe³z³y w spokój jej snów:
Wóz czarny ze srebrem
I ³zy niepotrzebne,
Md³e dr¿enie chryzantem i g³ów.
Bo ona siê ba³a pogrzebów,
Jak paj¹k po twarzy pe³z³ strach,
Gdy chude jak szczapy
Sz³y z³e, kare szkapy,
Z czarnymi kitami na ³bach.
Gdy przysz³a brali stary wóz, co d³ugo s³u¿y³ ju¿,
Lecz ci¹gn¹³ jeszcze stówê stary grat.
Popêka³ lakier, brzêcz¹ drzwi, rwie sprzêg³o - no to có¿?
Pod krzywym dachem lepiej widaæ œwiat.
ZjeŸdzili mapê ju¿ - na zachód, wschód, od do³u - wzwy¿
I ka¿dy nowy szlak znajomy by³.
I tylko kiedy czerñ chor¹gwi gdzieœ poprzedza³ krzy¿ -
W przecznicê pierwsz¹ z brzegu gna³ co si³.
Bo ona siê ba³a pogrzebów,
Co noc pe³z³y w spokój jej snów:
Wóz czarny ze srebrem
I ³zy niepotrzebne,
Md³e dr¿enie chryzantem i g³ów.
Bo ona siê ba³a pogrzebów,
Jak paj¹k po twarzy pe³z³ strach,
Gdy chude jak szczapy
Sz³y z³e, kare szkapy,
Z czarnymi kitami na ³bach.
To tu, spójrz bli¿ej, jeszcze w korze ostry zosta³ œlad
I p³acze las ¿ywicy gorzk¹ ³z¹.
Brzmia³ opon œpiew i gada³ silnik, w oknach œmia³ siê wiatr,
Gdy na dnie nocy on ca³owa³ j¹.
Tu kres podró¿y znaczy, w krwi rubinach, brudny koc,
Nie skrywam, przedtem jednak wypi³ æwieræ.
Przez chwilê widzia³ szczêœcie, w œwiat³ach ucieka³o w noc,
No powiedz, mo¿e znasz piêkniejsz¹ œmieræ?
A kiedyœ siê ba³a pogrzebów,
I dr¿a³o jej serce gdy sz³y.
A¿ wreszcie ten pogrzeb,
We dwoje - jak dobrze,
W tym srebrze i czerni siê œni.
Bo ona siê ba³a pogrzebów,
Jak paj¹k po twarzy pe³z³ strach,
Gdy chude jak szczapy
Sz³y z³e, kare szkapy,
Z czarnymi kitami na ³bach.
A Menina Tinha Medo de Enterros
Tanto tempo procurando e de repente se encontrar,
Embora seja como na primavera - é um milagre.
A noite inteira o diabo branco dança no copo,
Durante o dia você espera na entrada do velho parque.
A beira do oceano, sonhos marcam uma cerca quebrada,
Como espuma do mar - uma rua de flores,
Mas de repente o silêncio estoura, e quem sabe, reconhece na hora -
O sino fúnebre, e aí, não virá mais...
Porque ela tinha medo de enterros,
Que à noite rastejavam na paz de seus sonhos:
Um carro preto com prata
E lágrimas desnecessárias,
Um tremor fraco de crisântemos e cabeças.
Porque ela tinha medo de enterros,
Como uma aranha rastejando pelo rosto, o medo,
Quando magros como gravetos
Cavalos ruins, marrons,
Com rabos pretos nas costas.
Quando chegaram, pegaram o velho carro, que já servia há muito,
Mas ainda puxava uma grana, aquele trambolho.
A pintura estourou, as portas rangiam, a embreagem se rompia - e aí, o que fazer?
Debaixo do telhado torto, o mundo fica mais claro.
Já desceram o mapa - para oeste, leste, de baixo - pra cima
E cada nova trilha era familiar.
E só quando a bandeira vermelha precedia a cruz em algum lugar -
Na primeira esquina, corria com todas as forças.
Porque ela tinha medo de enterros,
Que à noite rastejavam na paz de seus sonhos:
Um carro preto com prata
E lágrimas desnecessárias,
Um tremor fraco de crisântemos e cabeças.
Porque ela tinha medo de enterros,
Como uma aranha rastejando pelo rosto, o medo,
Quando magros como gravetos
Cavalos ruins, marrons,
Com rabos pretos nas costas.
Aqui, olhe mais de perto, ainda ficou uma marca aguda na casca
E a floresta chora resina com uma lágrima amarga.
O pneu cantava e o motor falava, o vento se atrevia nas janelas,
Quando no fundo da noite ele a beijava.
Aqui termina a viagem, em rubis de sangue, um cobertor sujo,
Não escondo, antes disso, ele tomou um gole.
Por um momento viu a felicidade, nas luzes fugindo para a noite,
Então diga, talvez você conheça uma morte mais bonita?
E quando ela tinha medo de enterros,
E seu coração tremia quando eles passavam.
Até que finalmente o enterro,
A dois - como é bom,
Nesse prata e preto ela sonha.
Porque ela tinha medo de enterros,
Como uma aranha rastejando pelo rosto, o medo,
Quando magros como gravetos
Cavalos ruins, marrons,
Com rabos pretos nas costas.