Maquillage Perverso
Libro, asilo, insecto ó espacio turbio,
Signo, turista o campesino enfermo.
Que más traes en tu fino equipaje,
Otro disfraz, otro mal comienzo.
Golpe, pupila, sueño o falso olvido,
Hoja, herida, naipe ó texto visto.
Que más traes en tu sombría palidez,
Por que comprás en tu vieja estafa.
La piedra que dejaste por armar tu razón,
Hoy vino a ser el ángulo cabeza vital.
Si cae encima aplasta, maquillaje mortal,
Caer sobre esta piedra horizonte de paz.
La mesa cubierta, me llama, para descansar,
Con nombre me invita, su brazo otra vez está...
Maquiagem Perversa
Livro, abrigo, inseto ou espaço turvo,
Sinal, turista ou camponês doente.
O que mais você traz na sua mala fina,
Outro disfarce, outro mau começo.
Soco, pupila, sonho ou falso esquecimento,
Folha, ferida, carta ou texto visto.
O que mais você traz na sua pálida escuridão,
Por que você compra na sua velha enganação.
A pedra que você deixou pra montar sua razão,
Hoje virou o ângulo vital da cabeça.
Se cair em cima, esmaga, maquiagem mortal,
Cair sobre essa pedra, horizonte de paz.
A mesa coberta, me chama, pra descansar,
Com nome me convida, seu braço outra vez está...
Composição: Fabián Liendo