Yo
Y se vistio de gala
Y parecía de luto
Y se pinto la cara
Y se tapo el orgullo
Y preparo los labios
Para comerse al mundo
Y lo pago con lluvia
Y le vendieron humo
Y se vistio de gala
Y parecía de luto
Y se pinto la cara
Y se tapo el orgullo
Y preparo los labios
Para comerse al mundo
Y lo pago con lluvia
Y le vendieron humo
Le recitó a la Luna llena
Hasta ver el Sol caer
Menos feliz que mañana
Pero más que ayer, Eso creo
El pasado pesa
Y el futuro está lejos
Así que se cambio el nombre
Pa' empezar de cero
Nuevos temas, nuevas calles, nuevas caras
Distintos cuerpos
Pero las mismas miradas
¡Juzgada!
Las manos frías
El aire quemaba
Y una sonrisa tan bonita, como rara
La empatia es un privilegio que tienen pocos
Se acostumbro a una boca callada
Y unos ojos rojos
Un templo hecho escombros
Decidió que en ves de levantarse
Era mejor opción ayudar a volar a otros
Su vida resumida en versos
Su pecho acumulando más pesos
Que besos
Y eso
En su lienzo siempre hay hueco
Para lo único de esos que consiguió que se parase el tiempo
Y no miento
Adicta al conocimiento
Su paraíso es de papel
Y sus flores de cemento
Su amor propio es su único alimento
Y por eso
Ya hace años que no se atreve a mirarse al espejo
Y si
Mirándome me repito que si
Si vivo es por mí
Si me mato es por ti
Me enorgullezco de lo que di
Y que no recibí
Y si sigo escribiendo esto
Es porque no puedo dormir
Y se vistio de gala
Y parecía de luto
Y se pinto la cara
Y se tapo el orgullo
Y preparo los labios
Para comerse el mundo
Y lo pago con lluvia
Y le vendieron humo
Y se vistio de gala
Y parecía de luto
Y se punto la cara
Y se tapo el orgullo
Y preparo los labios
Para comerse el mundo
Y lo pago con lluvia
Y le vendieron humo
Eu
Ela se vestiu de gala
E parecia de luto
Pintou o rosto
E escondeu o orgulho
Preparou os lábios
Para devorar o mundo
E pagou com chuva
E lhe venderam fumaça
Ela se vestiu de gala
E parecia de luto
Pintou o rosto
E escondeu o orgulho
Preparou os lábios
Para devorar o mundo
E pagou com chuva
E lhe venderam fumaça
Recitou para a lua cheia
Até ver o sol se pôr
Menos feliz do que amanhã
Mas mais do que ontem, eu acredito
O passado pesa
E o futuro está distante
Então ela mudou de nome
Para começar do zero
Novos temas, novas ruas, novos rostos
Corpos diferentes
Mas os mesmos olhares
Julgada!
Mãos frias
O ar queimava
E um sorriso tão bonito, como raro
A empatia é um privilégio de poucos
Ela se acostumou com uma boca calada
E olhos vermelhos
Um templo em ruínas
Decidiu que, em vez de se levantar
Era melhor ajudar os outros a voar
Sua vida resumida em versos
Seu peito acumulando mais pesos
Do que beijos
E isso
Em sua tela sempre há espaço
Para o único daqueles que conseguiram parar o tempo
E não minto
Viciada em conhecimento
Seu paraíso é de papel
E suas flores são de concreto
Seu amor próprio é seu único alimento
E por isso
Há anos que ela não se atreve a se olhar no espelho
E sim
Olhando para mim, repito que sim
Se eu vivo, é por mim
Se eu me mato, é por você
Me orgulho do que dei
E não recebi
E se continuo escrevendo isso
É porque não consigo dormir
Ela se vestiu de gala
E parecia de luto
Pintou o rosto
E escondeu o orgulho
Preparou os lábios
Para devorar o mundo
E pagou com chuva
E lhe venderam fumaça
Ela se vestiu de gala
E parecia de luto
Pintou o rosto
E escondeu o orgulho
Preparou os lábios
Para devorar o mundo
E pagou com chuva
E lhe venderam fumaça