Debajo De Los Laureles / No Volveré (part. Toño Lizarraga)
Vive dichosa
Debajo de los laureles
Te di mi amor debajo de los laureles
Tú que te cubres con ramitas de hojas verdes
Te di mi amor para que de mí te acuerdes
Soy huerfanito y esta suerte me tocó
Quiero que vayas a mi jardín a pasearte
Para que cortes una flor que más te agrade
Te lo juré, que en el mundo no tenía padres
Soy huerfanito y esta suerte me tocó
No volveré
Cuando lejos me encuentre de ti
Cuando quieras que esté yo contigo
No hallarás un recuerdo de mí
Ni tendrás más amores conmigo
Yo te juro, que no volveré
Aunque me hagas pedazos la vida
Si una vez con locura te amé
Ya de mi alma estarás despedida
No volveré
Te lo juro por Dios que me mira
Te lo digo llorando de rabia
No volveré
No pararé
Hasta ver que mi llanto ha formado
Un arroyo de olvido anegado
Donde yo tu recuerdo ahogaré
Que sea puro a media noche
Y hasta donde el cuerpo aguante
Hay que darle cuanto quiera
Sin dudas y sin reproches
Que al cabo, mundo, ahí te quedas
Ánimas que no amanezca
Hoy que estoy como quería
Al fin yo aquí estoy de paso
Y la aurora día con día
Y quiero estar en los brazos
Del amor del alma mía
Ánimas que no amanezca
Ni se haga de madrugada
Pa’que el amor crezca y crezca
Como la hiedra en el agua
Ánimas que no amanezca
Para vivir a lo grande
Esta pasión tan inmensa
Que no me cabe en la sangre
No pensaba despedirme
Pero al ver que te vas para siempre
He querido, que esta noche
Bien grabada se quede en tu mente
Con la banda me despido
Y mi mano bendice tu suerte
No hay en mí ningún reproche
Porque sé que no es culpa de ti
Sin mirar diferencias sociales
Nos tuvimos amor de verdad corazón
Pero son convencionales
Y al mirar que no somos iguales
Nos señalan lugares distantes
Para ya no podernos mirar
Debaixo dos Louros / Não Voltarei (part. Toño Lizarraga)
Viva feliz
Debaixo dos louros
Te dei meu amor debaixo dos louros
Você que se cobre com raminhos de folhas verdes
Te dei meu amor pra você se lembrar de mim
Sou um órfão e essa sorte me tocou
Quero que você vá passear no meu jardim
Pra cortar uma flor que mais te agrade
Eu te jurei, que no mundo não tinha pais
Sou um órfão e essa sorte me tocou
Não voltarei
Quando longe eu estiver de você
Quando você quiser que eu esteja contigo
Não encontrará uma lembrança de mim
Nem terá mais amores comigo
Eu te juro, que não voltarei
Mesmo que a vida me despedaçe
Se uma vez eu te amei com loucura
Já da minha alma você estará despedida
Não voltarei
Eu te juro por Deus que me vê
Te digo chorando de raiva
Não voltarei
Não pararei
Até ver que meu choro formou
Um arroio de esquecimento alagado
Onde eu afogarei sua lembrança
Que seja puro à meia-noite
E até onde o corpo aguentar
Temos que dar tudo que quiser
Sem dúvidas e sem reproches
Que no fim, mundo, aí você fica
Almas que não amanheçam
Hoje que estou como queria
Finalmente aqui estou de passagem
E a aurora dia após dia
E quero estar nos braços
Do amor da minha alma
Almas que não amanheçam
Nem se faça de madrugada
Pra que o amor cresça e cresça
Como a hera na água
Almas que não amanheçam
Pra viver em grande estilo
Essa paixão tão imensa
Que não cabe no meu sangue
Não pensava em me despedir
Mas ao ver que você vai pra sempre
Quis que esta noite
Ficasse bem gravada na sua mente
Com a banda me despeço
E minha mão abençoa sua sorte
Não há em mim nenhum reproche
Porque sei que não é culpa sua
Sem olhar diferenças sociais
Tivemos um amor de verdade, coração
Mas são convencionais
E ao ver que não somos iguais
Nos apontam lugares distantes
Pra já não podermos nos olhar