395px

Nos Braços do Inimigo

La Cabra Mecánica

En Brazos Del Enemigo

Sin solución.
Mata o muere o ambas cosas
o conviértete en un bufón.
Corre el idiota detrás de lo perdido.

Fue esta la lección que,
a pesar de las prácticas,
extraje de un libro
que ya nunca te dejaré.
Porque mientras yo vomitaba
lagrimas de cocodrilo,
tu gemías como una perra ¡niñata!
(y) en brazos del enemigo.

Mil preguntas dejé ya en el aire,
¡ni de coña! me respondió el viento,
que me dio por pensar
¿de qué vas? ¿de inmortal?
a falta de un sitio dónde caerte muerto.

Fue esta la lección que,
a pesar de las prácticas,
extraje de un libro
que ya nunca te dejaré.
Porque mientras yo vomitaba
lagrimas de cocodrilo,
tu gemías como una perra ¡niñata!
(y) en brazos del enemigo.

Aún recuerdo aquella noche de mala estrella,
yo tocaba en una orquesta y tú bailabas,
reina de las fiestas, por Whitney Houston y los Camela.
Rojo supurante, mi corazón
era chorizo frito en la parrilla
de una asociación vecinal.
Mi lolita, niña bien de talle,
haciendo derroche en los coches de choque,
te comían con los ojos
los feriantes y los malotes.
Vi las huellas de tus pies
en la luna delantera de un coche,
una rumba ratonera rajó mis entrañas
y entonces llegaron los palos,
escopetas de feria que carga el diablo,
y ya había bajado a llevarte
a casa de tu papá.

Fue esta la lección que,
a pesar de las prácticas,
extraje de un libro
que ya nunca te dejaré.
Porque mientras yo vomitaba
lagrimas de cocodrilo,
tu gemías como una perra ¡niñata!
(y) en brazos del enemigo.

¡A mestizarse!

Nos Braços do Inimigo

Sem solução.
Mata ou morre ou as duas coisas
ou se transforma em um palhaço.
Corre, idiota, atrás do que se foi.

Foi essa a lição que,
ainda com as práticas,
extraí de um livro
que nunca mais vou largar.
Porque enquanto eu vomitava
lágrimas de crocodilo,
você gemia como uma cadela, sua mimada!
(e) nos braços do inimigo.

Mil perguntas deixei no ar,
nem a pau! me respondeu o vento,
que me deu na telha de pensar
que história é essa? de imortal?
sem um lugar pra cair morto.

Foi essa a lição que,
ainda com as práticas,
extraí de um livro
que nunca mais vou largar.
Porque enquanto eu vomitava
lágrimas de crocodilo,
você gemia como uma cadela, sua mimada!
(e) nos braços do inimigo.

Ainda lembro daquela noite de estrela ruim,
eu tocava em uma orquestra e você dançava,
rainha das festas, por Whitney Houston e os Camela.
Vermelho pulsante, meu coração
era linguiça frita na grelha
de uma associação de bairro.
Minha lolita, menina de classe,
fazendo farra nos carros de choque,
te devoravam com os olhos
os feirantes e os bad boys.
Vi as marcas dos seus pés
no capô de um carro,
uma rumba ratonera rasgou minhas entranhas
e então chegaram os porros,
escopetas de feira que o diabo carrega,
e eu já tinha descido pra te levar
pra casa do seu pai.

Foi essa a lição que,
ainda com as práticas,
extraí de um livro
que nunca mais vou largar.
Porque enquanto eu vomitava
lágrimas de crocodilo,
você gemia como uma cadela, sua mimada!
(e) nos braços do inimigo.

Vamos nos misturar!

Composição: