Cuentame
CUENTAME
(Salva Contreras)
Déjame ver, actúas cual ermitaño
Como si fuera un extraño del que no quieres saber
Explícame, como lo hicieras antaño
Donde confesabas sin dudar tu alegría y tu pesar
Acércate y acortemos la distancia
Que hace algún tiempo separa esta antigua amistad
Concédeme tu voto de confianza
Y vuelve a regalarme tu insultante sinceridad
Desvélame el secreto y lo pondremos bajo llave
No pienses que estás sola, conmigo puedes contar
Olvídate de todo, solicito tu sonrisa
Deja de andar por la vida en clave de melancolía
Cuéntame, que quiero saber
Qué o quién te quita el sueño
Que provoca tu silencio
Cuéntame, que quiero saber
Que ha perturbado tu calma
Que me está doliendo el alma
Cuéntame...
Quiero volver a contagiarme con tu vida
Esa que tanto hecho de menos, la que un día me hizo ver
Invertiré sangre, piel, sudor y lagrimas
Que esa cara no me gusta
En que tu vuelvas a ser
No hacíamos dos palmos, hace tanto ya de aquello
Cuando firmamos un pacto de eterna complicidad
Daría lo que fuera, mi vida si me lo pidieras
Por volverte a ver como eras, mi alegre estrella
Conte-me
Conte-me
(Salva Contreras)
Deixa eu ver, você age como um eremita
Como se eu fosse um estranho do qual não quer saber
Explica pra mim, como fazia antigamente
Onde você confessava sem hesitar sua alegria e sua dor
Aproxima-te e vamos encurtar a distância
Que há algum tempo separa essa antiga amizade
Concede-me seu voto de confiança
E volta a me presentear com sua sinceridade ofensiva
Revele-me o segredo e vamos trancá-lo a sete chaves
Não pense que está sozinha, comigo pode contar
Esqueça tudo, peço seu sorriso
Pare de andar pela vida em tom de melancolia
Conte-me, que quero saber
O que ou quem tira seu sono
Que provoca seu silêncio
Conte-me, que quero saber
O que perturbou sua calma
Que está doendo na minha alma
Conte-me...
Quero voltar a me contagiar com sua vida
Essa que sinto tanta falta, a que um dia me fez ver
Vou investir sangue, pele, suor e lágrimas
Porque essa cara não me agrada
Em que você volta a ser
Não fazíamos dois palmos, já faz tanto tempo
Quando firmamos um pacto de eterna cumplicidade
Daria o que fosse, minha vida se você pedisse
Para te ver de novo como era, minha estrela alegre
Composição: Salva Contreras