Paramatman
Dans cette nuit d'essence, orientale et paisible
J'ai vu quelques démons se tordre sur ma face
De ne pas épuiser tous les champs du possible
J'en sentais l' poison, me remuer le sang
Que les ondes poissonneuses ne vous soient que poison
Ergots de seigle, à vos moissons
Que votre pain malade vous ôte la raison
Que le rouge carmin vous dévore le goudron
Comme une cavalcade, et vous laisse en rade
Vous affamez vos frères, pas besoin de prières…
Paramatman, parole de la manne
Paramatman ....
Somos hijos de la tierra, del sol
Y la vida se puede cantar alegre (bis)
De otra suerte, porque vivemos
Porque cantamos, no esta por la muerte !
Je suis le loup qui hurle sous les lunes de soufre
La corneille qui chante à l'ombre de vos gouffres
Le fou qui se brûle sous vos lunes d'absinthe
Mais pas le mendiant, à l'ombre de vos plaintes
Paramatman, parole de chaman
Paramatman ....
Paramatman
Nesta noite de essência, oriental e tranquila
Vi alguns demônios se contorcendo na minha cara
De não esgotar todos os campos do possível
Sentia seu veneno, mexendo meu sangue
Que as ondas envenenadas não sejam nada além de veneno
Esporos de centeio, nas suas colheitas
Que seu pão doente te tire a razão
Que o vermelho carmesim te devore o alcatrão
Como uma cavalgada, e te deixe na pior
Vocês famintos, não precisam de orações…
Paramatman, palavra da maná
Paramatman ....
Somos filhos da terra, do sol
E a vida pode ser cantada alegremente (bis)
De outra forma, porque vivemos
Porque cantamos, não é pela morte!
Eu sou o lobo que uiva sob as luas de enxofre
A corvo que canta à sombra dos seus abismos
O louco que se queima sob suas luas de absinto
Mas não o mendigo, à sombra das suas queixas
Paramatman, palavra de xamã
Paramatman ....