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Cincuenta años de la momia (Pasodoble)

La Comparsa de Tamara Beardo

Letra

Cinquenta anos da múmia (Pasodoble)

Cincuenta años de la momia (Pasodoble)

Cinquenta anos da múmiaCincuenta años de la momia
Que se enterrou no buracoQue se enterró en el agujero
Aquele que mudou nossa memóriaEl que cambio nuestra memoria
Pintou de sangue a históriaPinto de sangre la historia
E que devastou um povo inteiroY que asolo a un pueblo entero
Cinquenta anos dessa brechaCincuenta años de esa brecha
Rachada de um algozResquebrajada de un verdugo
De feridas que com flechasDe heridas que a base de flechas
Vão voando da direitaQue vuelan de la derecha
E com a opressão de um jugoY con la opresión de un yugo
Planeja essa águia espreitandoPlanea esa águila acechando
O voo desse velho ditadorEl vuelo de ese viejo dictador
Os restos enterrados que ainda lembramLos restos enterraos que aún recuerdan
Que a chaga em nossa terraQue la llaga en nuestra tierra
Tantos anos que ainda persistiuTantos años que aun siguió
E cada vez se sente mais latenteY cada vez se siente más latente
A sombra que produzLa sombra que produce
O Cara ao SolEl Cara al Sol
Meio século daquele que apontavaMedio siglo del que apuntaba
Com fuzis para nossas têmporasCon fusiles a nuestras sienes
Meio século daquele que matavaMedio siglo del que mataba
Dos dedos que apontavamDe los dedos que señalaban
Meio século de um 20NMedio siglo de un 20N
Meio século que te adiantoMedio siglo que te adelanto
Haverá gente que vai celebrarHabrá gente que lo celebre
Que ao caudilho têm como santoQue al caudillo tienen por santo
Mas ainda seu legado dóiPero aun su legado duele

AiAy
Que um Vale de lágrimasQue un Valle de lágrimas
É mais patriota que o dos caídosEs más patriota que el de los caídos
Porque a justiçaPorque la justicia
Nós conseguiremos o lado inimigoLa conseguiremos el bando enemigo
Quando não restar um resquício de assassinoCuando no quede un resquicio de asesino
Que se o franquismoQue si el franquismo
Ainda aparece entre as fendasAun asoma entre las grietas
As feridas permanecerão eternamenteSeguirán eternamente
As feridas entreabertasLas heridas entreabiertas
Sua memória está presenteSu memoria está presente
Enquanto houver genteMientras siga habiendo gente
Sepultada nas valasSepultada en las cunetas

Composição: Beatriz Aragón Rodríguez / Eder Rey Prada / José María Barranco Cabrera. Essa informação está errada? Nos avise.

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