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Minha canção morre em março (Apresentação)

La Comparsa de Tamara Beardo

Mi copla muere por marzo (Presentación)

Mi copla muere por marzo
Muere once meses enteros
Y a la sombra de un teatro
Vuelve a nacer por febrero
Será que yo tengo la suerte
De estar libre de cadenas
Por eso le canto a mi gente
Y defiendo a mi manera
Cadiz cantando de noche
Cadiz cantando de día
Una manada de voces
Antes de la cacería
Aquí es donde me hago fuerte
Aunque no haya Luna llena
Aquí lucho con las leyes
Y contra las traidoras hienas
Que a las malas
Soy muy mala
Y más mala soy a las buenas
Soy madre casa
Soy madre soltera
Soy la comparsista
Y la piconera
Que mi corazón
Yo no lo disfrazo
Soy una leona
Que no traiciona
Y que se muere por tus aplausos

Yo soy latido de un pueblo
Soy la madre del león
La que nunca tiene miedo
Y no pierde la razón
Majestad y la plebeya
Sin bandera ni señor
Donde tú ves el triunfo
Yo siento la libertad
Donde tú dices dinero
Pongo yo mi dignidad
Tú me impones la derrota
Y yo no dejo de luchar
La chulita es diferente
Aunque parezca solitaria
Es la reina legendaria
Es mujer y libertaria
La chulita es callejera
De esta tierra sin fronteras
Compañera del poniente
Del levante, de occidente
La rebelde, sabía nueva
Cuidaito con quien entre
Cuidaito con quien entre
Con quien entre en esta selva
Con quien entre en esta selva

Minha canção morre em março (Apresentação)

Minha canção morre em março
Morre onze meses inteiros
E à sombra de um teatro
Volta a nascer em fevereiro
Será que eu tenho a sorte
De estar livre de correntes
Por isso canto pra minha gente
E defendo do meu jeito
Cádiz cantando à noite
Cádiz cantando de dia
Uma manada de vozes
Antes da caçada
Aqui é onde me fortaleço
Mesmo sem Lua cheia
Aqui luto com as leis
E contra as hienas traiçoeiras
Que na maldade
Sou bem malvada
E mais malvada sou na bondade
Sou mãe de casa
Sou mãe solteira
Sou a comparsista
E a picareta
Que meu coração
Eu não disfarço
Sou uma leoa
Que não trai
E que se entrega aos seus aplausos

Eu sou o pulsar de um povo
Sou a mãe do leão
A que nunca tem medo
E não perde a razão
Majestade e a plebeia
Sem bandeira nem senhor
Onde você vê o triunfo
Eu sinto a liberdade
Onde você fala em dinheiro
Eu coloco minha dignidade
Você me impõe a derrota
E eu não deixo de lutar
A descolada é diferente
Embora pareça solitária
É a rainha lendária
É mulher e libertária
A descolada é da rua
Dessa terra sem fronteiras
Companheira do poente
Do nascente, do ocidente
A rebelde, sabia nova
Cuidado com quem entra
Cuidado com quem entra
Com quem entra nessa selva
Com quem entra nessa selva

Composição: Beatriz Aragón Rodríguez, Eder Rey Prada, José María Barranco Cabrera