Non Dormire
Non c'è tempo che rimanga
ad illuminare il giorno
devo scendere la sera
e vegliare il tuo ritorno
non c'è luce che si accenda
nessun punto nella notte
dove appendere domande
e tu sai che sono molte
metto insieme troppe cose:
suoni e sogni, notti e ore
ora scioglierli è fatica
troppi nodi dentro il cuore
troppe carte da giocare
troppo spesse le parole
se lo zucchero che avevo
ora è polvere e dolore
Non dormire in questa notte
c'è un silenzio che ti chiama
quel silenzio sono io
quando ogni senso frana
ora siediti ed ascolta
c'è un amore fuori al freddo
che ha risate per l'inverno
e lascia graffi sotto il cielo
prova a chiedergli se entra
fagli posto in questa stanza
con le mani fagli un nido
dagli tempo con pazienza
fagli prendere coraggio
e apri il nido delle mani
puoi lasciargli aprir le ali
che non fuggirà domani
fagli prendere coraggio
e apri il nido delle mani
puoi lasciargli aprir le ali
che non fuggirà domani
fagli prendere coraggio
e apri il nido delle mani
puoi lasciargli aprir le ali
che non fuggirà domani
Não Durma
Não há tempo que fique
iluminando o dia
preciso descer a noite
e vigiar seu retorno
não há luz que se acenda
nenhum ponto na escuridão
onde pendurar perguntas
e você sabe que são muitas
junto muitas coisas:
som e sonhos, noites e horas
agora desfazê-las é difícil
tantos nós dentro do coração
tantas cartas pra jogar
as palavras são pesadas
e se o açúcar que eu tinha
agora é pó e dor
Não durma nesta noite
há um silêncio que te chama
esse silêncio sou eu
quando todo sentido desmorona
agora sente-se e escute
há um amor lá fora no frio
que tem risadas pro inverno
e deixa arranhões sob o céu
tente perguntar se ele entra
faça espaço nesta sala
com as mãos faça um ninho
dê tempo com paciência
faça ele ter coragem
e abra o ninho das mãos
você pode deixá-lo abrir as asas
que ele não vai fugir amanhã
faça ele ter coragem
e abra o ninho das mãos
você pode deixá-lo abrir as asas
que ele não vai fugir amanhã
faça ele ter coragem
e abra o ninho das mãos
você pode deixá-lo abrir as asas
que ele não vai fugir amanhã