Tradução gerada automaticamente
Bienvenidos Al Circo
La Dama Negra
Bem-vindos ao Circo
Bienvenidos Al Circo
Sob a lona que esconde os pecadosBajo la lona que oculta pecados
Os corpos que ninguém olhava dormiamDuermen los cuerpos que nadie miró
Peles retorcidas, destinos despedaçadosPieles torcidas, destinos quebrados
Almas que o mundo nunca protegeuAlmas que el mundo jamás protegió
Luzes fracas tremem em seus olhosLuces gastadas tiemblan en sus ojos
Cicatrizes que querem falarCicatrices que quieren hablar
Cada batida do coração sustenta um remanescenteCada latido sostiene un despojo
Do que o homem chamou de anormalDe lo que el hombre llamó anormal
A mulher-cobra costura a sua históriaLa mujer serpiente cose su historia
O gigante estremece, sem compreenderEl gigante tiembla sin comprender
A garota sem rosto guarda memóriasLa niña sin rostro guarda memorias
Que nem mesmo a morte poderia terQue ni la muerte pudo tener
O domador rasga a própria carneEl domador rompe su propia carne
O mágico chora ao realizar seu truque finalEl mago llora su truco final
E em cada sombra que cruza os trilhosY en cada sombra que cruza la pista
Uma força oculta lhes dá um larUna fuerza oculta les da un hogar
A noite respiraLa noche respira
As máscaras caemLas máscaras caen
Não existe circo mais cruel do que aquele que pulsa em suas veiasNo hay circo más cruel que el que late en sus venas
Não existe riso mais quebrado do que aquele que tremeNo hay risa más rota que aquella al temblar
São corpos marcados, são almas em greveSon cuerpos marcados, son almas en huelga
São gritos que o mundo se recusou a ouvirSon gritos que el mundo no quiso escuchar
Sob a tenda, a lua surgeBajo la carpa se quiebra la Luna
E a poeira confessa a sua verdadeY el polvo confiesa su verdad
Os monstros nascem das feridas dos outrosLos monstruos son hijos de heridas ajenas
E o medo é o que dita quem amarY el miedo es quien dicta a quién amar
O homem sem sombra evita o silêncioEl hombre sin sombra evita el silencio
A mulher de gelo se quebra ao cairLa mujer de hielo se parte al caer
O palhaço triste em cada gestoEl payaso triste en cada gesto
Ele pede para alguém assistir à sua derrotaPide que alguien lo vea perder
Suas vozes cantam como um lamentoSus voces cantan como un lamento
Que a tempestade não conseguiu extinguirQue la tormenta no pudo apagar
Aqui, o que está quebrado se torna um espelhoAquí lo roto se vuelve un espejo
E todo nome aprende a sangrarY cada nombre aprende a sangrar
A tela treme, respira com elesLa lona tiembla, respira con ellos
Guarda segredos que não escaparãoGuarda secretos que no van a huir
Cada criatura defende seu reinoCada criatura defiende su reino
Feito de ruínas, vergonha e raízesHecho de ruinas, vergüenza y raíz
E no centro, a sombra imutávelY en el centro, la sombra inmutable
Revela histórias que o mundo enterrouLevanta historias que el mundo enterró
É a memória daqueles que permaneceram em silêncioEs la memoria de quienes callaron
Aquela que protege toda a sua dorLa que protege todo su dolor
A noite respiraLa noche respira
As máscaras caemLas máscaras caen
Não existe circo mais cruel do que aquele que pulsa em suas veiasNo hay circo más cruel que el que late en sus venas
Não existe riso mais quebrado do que aquele que tremeNo hay risa más rota que aquella al temblar
São corpos marcados, são almas em greveSon cuerpos marcados, son almas en huelga
São gritos que o mundo se recusou a ouvirSon gritos que el mundo no quiso escuchar
Sob a tenda, a lua surgeBajo la carpa se quiebra la Luna
E a poeira confessa a sua verdadeY el polvo confiesa su verdad
Os monstros nascem das feridas dos outrosLos monstruos son hijos de heridas ajenas
E o medo é o que dita quem amarY el miedo es quien dicta a quién amar
O tambor ressoaEl tambor retumba
Peça uma históriaPide una historia
A corda apertaLa cuerda se tensa
Peça para a memóriaPide memoria
As sombras se movemLas sombras se mueven
Eles perguntam o nomePiden un nombre
A noite escutaLa noche escucha
E ninguém está se escondendoY nadie se esconde
Não existe circo mais cruel do que aquele que pulsa em suas veiasNo hay circo más cruel que el que late en sus venas
Não existe riso mais quebrado do que aquele que tremeNo hay risa más rota que aquella al temblar
São corpos marcados, são almas em greveSon cuerpos marcados, son almas en huelga
São gritos que o mundo se recusou a ouvirSon gritos que el mundo no quiso escuchar
Sob a tenda, a lua surgeBajo la carpa la Luna se rompe
E o velho mundo se recusa a olharY el viejo mundo se niega a mirar
Porque na pista onde ninguém aplaudePorque en la pista donde nadie aplaude
A humanidade, enfim, permite que se mostreLo humano, por fin, se deja mostrar



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