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Mendigo

La Fuga

Mendigo

Prefiero ser mendigo que madero
Y recoger los besos que eches en mi sombrero;
Vivir la vida a trago, comerme el mundo entero.

Prefiero ser mendigo que banquero.
Si no tengo tus ojos, para que quiero el dinero.
No ofrezcas mas billetes; yo solo cojo sueños,
Que abrigan por las noches.

Prefiero ser mendigo que soldado
Que callen las pistolas, que se hablen mas los labios,
Que yo siempre seré...

Como aquel que nunca tiene donde ir,
Como aquel que pide para poder dormir
Una noche contigo.

Para dejar las calles, bien sabes lo que pido:
Entrar por tu ventana para espantar al frío.
Si ya no tienes tiempo para invertir en líos,
Me voy como he venido, sin nada en los bolsillos,
Pues yo siempre seré...

Como aquel que nunca tiene donde ir,
Como aquel que pide pa´ poder dormir
Una noche contigo.

Mendigo

Prefiro ser mendigo do que policial
E pegar os beijos que você jogar no meu chapéu;
Viver a vida de boa, comer o mundo inteiro.

Prefiro ser mendigo do que banqueiro.
Se não tenho seus olhos, pra que quero dinheiro?
Não ofereça mais grana; eu só pego sonhos,
Que me aquecem nas noites.

Prefiro ser mendigo do que soldado
Que calem as pistolas, que se falem mais os lábios,
Que eu sempre serei...

Como aquele que nunca tem pra onde ir,
Como aquele que pede pra poder dormir
Uma noite contigo.

Pra deixar as ruas, você sabe o que eu peço:
Entrar pela sua janela pra espantar o frio.
Se você não tem tempo pra se meter em encrenca,
Eu vou embora como cheguei, sem nada nos bolsos,
Pois eu sempre serei...

Como aquele que nunca tem pra onde ir,
Como aquele que pede pra poder dormir
Uma noite contigo.

Composição: