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O Poeta do Meu Bairro (feat Poison)

Mala Rodríguez

El Poeta de Mi Barrio (feat Poison)

[ poison ]
Por que hay veces que pienso de una forma?
Como tu eres de otras pero concentrar esos pensamientos
En una base lo hago de una sola forma que yo entiendo mi norma,
No podrían calificar mis pensamientos en papel porque yo soy de andén,
El ghetto me acompaño y sigue pasando ese tren, tocar
Y retocar mi fe en una estación sin parada,
Y dejar como rail las ruedas que rayan como un escritor las paredes pintadas,
Escribo lo que intentarán derribar mañana,
No acompaño sino que me acompaña la guitarra,
Se trata de mis letras si no te gusta no te metas
O caerá sobre ti toda mi rabia como ley gitana como se estira mi garra,
Soñé con pisar olivos desde que me recorrí los campos de malaca,
Y atrás como adelante seguiré vagando remodelando sentidos
Y no pensando en el tiempo en el que vivo, estoy perdido no volverán esos recuerdos, pero los sigo

[mala rodríguez]
Quien me quiere sabe lo que quiero,
Quien me quiere sabe lo que quiero,
Quien me quiere sabe los que quiero,
Agárrame del brazo y no me pilles los dedos (x2)

[ poison ]
Que se funda el momento y que a un recto meta esto
Y que aquello que aprendí no fuera un sueño,
Dejo del bboy que llevo dentro y candela pa los primos,
A quien me incita lo dejo to melonero,
Raiz en rama y rapear sin tramas con clara, sin raza,
No habrá ni cárceles ni plazas será libre como el alba
Y tan sabio como las casa y tan puto como el dinero
El que se ganan algunos por no legalizar la marihuana,
Reinvindicación se llama, al ver tu parcela tan limpia
Te cae una pensión de mierda y que se mueran hasta las ratas si hace falta,
Dios, no manches los campos de llantos y educa a los progeneres
Con los cantos de los pájaros y hazle vocalizar
Hasta la ultima relevancia, ellos hacen que tu mérito
Sea el mío sin calcularme la fama, mi micro me sujeta aunque
Caiga y arrastre la pena con tranca y a barrancas
Y que la espada a mi fuerza decaiga, como la espina
Me la saqué y aun esta clavada y soy un muro en cada trozo de mi carne
Y el que me jodió esta tirado en el suelo
Y no voy a hacer nada para intentar levantarle,
Fui vendido como impostor, centrándose en su tema,
Ahora esta rendido a mi y ya no creo en su esfera,
El que hay hierro mata, ahí hierro muere!
Y el que falla a un hermano igual que una vaina muere....

[mala rodríguez]
Quien me quiere sabe lo que quiero,
Quien me quiere sabe lo que quiero,
Quien me quiere sabe los que quiero,
Agárrame del brazo y no me pilles los dedos (x2)

[mala rodríguez]
Eh, eh, como te lo hace, como te lo hacía, hoy se venga la veteranía, otra palabra la misma tontería, se comerán mi mierda podria, eh, eh, eh, eh, ele, ele, poison, poison, rodríguez.....2002

O Poeta do Meu Bairro (feat Poison)

[ poison ]
Por que às vezes eu penso de um jeito?
Como você é de outro, mas concentrar esses pensamentos
De uma forma que eu entenda minha norma,
Não poderiam colocar meus pensamentos no papel porque eu sou do cais,
O gueto me acompanha e esse trem continua passando, tocar
E retocar minha fé em uma estação sem parada,
E deixar como trilhos as rodas que arranham como um escritor nas paredes pintadas,
Escrevo o que tentarão derrubar amanhã,
Não sou eu que acompanho, mas sim a guitarra que me acompanha,
Se trata das minhas letras, se não gosta, não se mete
Ou cairá sobre você toda a minha raiva como uma lei cigana, como se estica minha garra,
Sonhei em pisar em olivais desde que percorri os campos de Malaca,
E atrás como à frente, continuarei vagando remodelando sentidos
E não pensando no tempo em que vivo, estou perdido, não voltarão essas memórias, mas eu as sigo

[mala rodríguez]
Quem me quer sabe o que eu quero,
Quem me quer sabe o que eu quero,
Quem me quer sabe o que eu quero,
Me agarra pelo braço e não me pega os dedos (x2)

[ poison ]
Que o momento se funde e que isso entre em linha reta
E que aquilo que aprendi não tenha sido um sonho,
Deixo o bboy que levo dentro e fogo pros primos,
A quem me incita, deixo tudo meloso,
Raiz em ramo e rimar sem tramas com clareza, sem raça,
Não haverá nem prisões nem praças, será livre como a aurora
E tão sábio quanto as casas e tão foda quanto o dinheiro
Que alguns ganham por não legalizar a maconha,
Reivindicação se chama, ao ver sua parcela tão limpa
Cai uma pensão de merda e que morram até os ratos se for preciso,
Deus, não suje os campos de lamentos e eduque os progenitores
Com os cantos dos pássaros e faça-os vocalizar
Até a última relevância, eles fazem com que seu mérito
Seja o meu sem calcular minha fama, meu microfone me segura, embora
Caia e arraste a dor com força e a barranca
E que a espada decaia da minha força, como a espinha
Eu a tirei e ainda está cravada e sou um muro em cada pedaço da minha carne
E quem me fodeu está jogado no chão
E não vou fazer nada para tentar levantá-lo,
Fui vendido como impostor, focando no seu tema,
Agora está rendido a mim e já não acredito na sua esfera,
Quem tem ferro mata, aí ferro morre!
E quem falha com um irmão, igual a uma vaina, morre....

[mala rodríguez]
Quem me quer sabe o que eu quero,
Quem me quer sabe o que eu quero,
Quem me quer sabe o que eu quero,
Me agarra pelo braço e não me pega os dedos (x2)

[mala rodríguez]
Eh, eh, como te faz, como te fazia, hoje se vinga a veteranía, outra palavra, a mesma bobagem, vão comer minha merda podre, eh, eh, eh, eh, ele, ele, poison, poison, rodríguez.....2002

Composição: