Cansada de La Calle (part. Andrés Campo)
Una cascabel
No me deja de joder
Me buscas y encuentra
No sales y entra
Veneno hecho miel, uh-uh-ye
Cansada de la calle
Ahora solo quiero amor de verdad
Ay por fa no me falle
Prefiero no volver a empezar
Cansada de la calle
Ahora solo quiero amor de verdad
Por fa no me falle
Prefiero no volver a empezar
Cansada del pogo
Del desacato de tanto Gato bonito
De tantas citas que saben a poco
De tantos juegos que acaban en na'
De tanta foto de tanto habla
De tanto toca
De tanta vuelta en la moto como dos locos
Sin casco sin cuarto sin coco
Sin tener nunca donde ir a para
Esos silencios a hora temprana
Despedidas recatá
Después de tanta saliva
Explicaciones no sirven de na' un
No recibes mis llamadas
Y yo sigo mojada
Volveré a ese lugar
Y haré otra salvajá
Una más no pasa na'
Antes de darnos la vueltita
Y olvidar que fue perfecto
Sin decirnos hasta ahorita
No sé si estoy preparada
Pero acepto la jugada
Amor y odio es lo que dan
Amor y odio es lo que quitan
Nadie quiere la verdad
Preferimos la bendita
Hasta cuándo durará
No sé pero es bien bonita
La ilusión de tener algo
Que desaparecerá
Volveré a ese lugar
Y haré otra salvajá
Sin sangre en las venas
Me volví más buena
No digo más nada
Que luego eso quema
Canciones poemas
Ni Lunas, ni llenas
Mi mamá me dijo
No corra que luego se olvidan de ti
El silencio se apodera de mi forma de vivir
Cansada de la calle
Cansada da Rua (part. Andrés Campo)
Uma cascavel
Não para de me encher
Me procura e encontra
Não sai e entra
Veneno feito mel, uh-uh-ê
Cansada da rua
Agora só quero amor de verdade
Ai, por favor, não me decepcione
Prefiro não recomeçar
Cansada da rua
Agora só quero amor de verdade
Por favor, não me decepcione
Prefiro não recomeçar
Cansada do agito
Da bagunça de tantos gatos bonitos
De tantos encontros que são sem graça
De tantos jogos que acabam em nada
De tanta foto, de tanto papo
De tanto toque
De tanta volta na moto como dois doidos
Sem capacete, sem rumo, sem juízo
Sem ter nunca onde ir ou parar
Esses silêncios de manhã cedo
Despedidas sem jeito
Depois de tanta saliva
Explicações não servem pra nada
Você não atende minhas chamadas
E eu sigo molhada
Voltarei a esse lugar
E farei outra loucura
Mais uma vez, não acontece nada
Antes de darmos a voltinha
E esquecer que foi perfeito
Sem nos dizer até agora
Não sei se estou pronta
Mas aceito a jogada
Amor e ódio é o que dão
Amor e ódio é o que tiram
Ninguém quer a verdade
Preferimos a bendita
Até quando vai durar
Não sei, mas é bem bonita
A ilusão de ter algo
Que vai desaparecer
Voltarei a esse lugar
E farei outra loucura
Sem sangue nas veias
Fiquei mais boazinha
Não digo mais nada
Que depois isso queima
Canções, poemas
Nem luas, nem cheias
Minha mãe me disse
Não corra que depois esquecem de você
O silêncio se apodera da minha forma de viver
Cansada da rua