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As Fronteiras

La Mente

Las Fronteras

Revolución vertical total
No me huele mal, endulza la sal
Revolución vertical total
No me huele mal, endulza la sal
Revolución

Las fronteras
Cicatrices de las guerras
Consulados y embajadas
Son huevadas

Si yo caminando puedo recorrer
Todos los territorios continentales
Y por el mar llegar al viejo mundo
Vamos remando fuerte, yo no me hundo

Las culturas
No figuran en los mapas
Las culturas

Apellidos y nombres que no representan hombres
Y menos a mujeres que dan la vida
Hoy mi corazón está contento
Porque su palpitar derrumba el cemento
De las paredes políticas
De las paredes geopolíticas

Y los aviones volando
Con nuestras cabezas en sus miras
Por esta la frontera cruzando
Éramos los objetos a limitar
Y las minas sobrevolando
Nos estaban disparando
Todos nosotros corriendo
Por nuestra vida

Amigo ilegal recoge tu credencial
Que la mente te declare embajador universal
Que todos los países que te nieguen la entrada
Que en vez de un abrazo te reciban con una patada
Que te cierren las puertas no las necesitas abiertas
Tú vienes a visitar a la gente despierta
Que ya se dio cuenta que esto de las naciones
Son puras ilusiones que inventaron los ladrones
Para poder seguir robando

Tú sigue caminando hasta donde quieras
Y ponle tu color a todas las banderas
Tú sigue caminando hasta donde quieras
Y ponle tu color a todas las banderas
Tu color a todas las banderas
Tu color a todas las banderas

Tu cultura
Tu cultura no figura en los mapas
Tu cultura
Mi cultura no figura en tu mapa
Mi cultura

Apellidos y nombres que no representan hombres
Y menos a mujeres que dan la vida
Hoy mi corazón está contento
Porque su palpitar derrumba el cemento
De las paredes políticas
De las paredes geopolíticas

Revolución vertical total
No me huele mal, endulza la sal
Revolución vertical total
No me huele mal, endulza la sal

Mi cultura
Mi cultura
Mi cultura

Generar
Las fronteras cicatrices de las guerras
Consulados, embajadas son huevadas
Son huevadas
Son huevadas
Son huevadas
Son huevadas
Son huevadas
Son huevadas

As Fronteiras

Revolução vertical total
Não tá cheirando mal, adoça o sal
Revolução vertical total
Não tá cheirando mal, adoça o sal
Revolução

As fronteiras
Cicatrizes das guerras
Consulados e embaixadas
São besteiras

Se eu posso andar e percorrer
Todos os territórios continentais
E pelo mar chegar ao velho mundo
Vamos remando forte, eu não me afundo

As culturas
Não aparecem nos mapas
As culturas

Sobrenomes e nomes que não representam homens
E muito menos mulheres que dão a vida
Hoje meu coração tá contente
Porque seu pulsar derruba o cimento
Das paredes políticas
Das paredes geopolíticas

E os aviões voando
Com nossas cabeças em suas miras
Por essa fronteira cruzando
Éramos os objetos a limitar
E as minas sobrevoando
Estavam nos disparando
Todos nós correndo
Por nossas vidas

Amigo ilegal, pega sua credencial
Que a mente te declare embaixador universal
Que todos os países que te neguem a entrada
Que em vez de um abraço te recebam com uma patada
Que te fechem as portas, não precisa delas abertas
Você vem visitar a galera que tá acordada
Que já percebeu que isso de nações
São puras ilusões que inventaram os ladrões
Pra poder continuar roubando

Você continua andando até onde quiser
E coloca sua cor em todas as bandeiras
Você continua andando até onde quiser
E coloca sua cor em todas as bandeiras
Sua cor em todas as bandeiras
Sua cor em todas as bandeiras

Sua cultura
Sua cultura não aparece nos mapas
Sua cultura
Minha cultura não aparece no seu mapa
Minha cultura

Sobrenomes e nomes que não representam homens
E muito menos mulheres que dão a vida
Hoje meu coração tá contente
Porque seu pulsar derruba o cimento
Das paredes políticas
Das paredes geopolíticas

Revolução vertical total
Não tá cheirando mal, adoça o sal
Revolução vertical total
Não tá cheirando mal, adoça o sal

Minha cultura
Minha cultura
Minha cultura

Gerar
As fronteiras, cicatrizes das guerras
Consulados, embaixadas são besteiras
São besteiras
São besteiras
São besteiras
São besteiras
São besteiras
São besteiras

Composição: Ricardo Wiesse, Nicolás Duarte Soldevilla