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El Barco Borracho II

La Nueva Luna

Letra

O Barco Bêbado II

El Barco Borracho II

Geleiras, sóis de prata, ondas peroladas, céus em brasas!Glaciares, soles de plata, olas perladas, cielos de brasas!
naufrágios odiosos no fundo de golfos escurosnaufragios odiosos en el fondo de golfos oscuros
onde serpentes gigantes devoradas por criaturasdonde serpientes gigantes devoradas por alimañas
caem, das árvores tortas, com perfumes negroscaen, de los árboles torcidos, con negros perfumes

Eu teria querido ensinar às crianças aqueles douradosYo hubiera querido enseñar a los niños esos dorados
da onda azul, os peixes de ouro, os peixes cantoresde la ola azul, los peces de oro, los peces cantores
As espumas das flores abençoaram minhas andançasLas espumas de las flores han bendecido mis vagabundeos
e ventos inefáveis me deram suas asas por um momentoy vientos inefables me dieron sus alas por un momento

Às vezes, mártir cansada de polos e de zonasA veces, mártir cansada de polos y de zonas
a mar cujo soluço fez meu balanço mais docela mar cuyo sollozo hizo mi balanceo más dulce
elevou até mim suas flores de sombra de ventosas amarelaselevó hacia mí sus flores de sombra de ventosas amarillas
e eu permaneci, assim como uma mulher, de joelhos...y yo permanecía, al igual que una mujer, de rodillas...

Quase ilha, tirando de minhas bordas as querelasCasi isla, quitando de mis bordas las querellas
e os excrementos dos pássaros cantores de olhos clarosy los excrementos de los pájaros cantores de ojos rubios
E eu remei, enquanto atravessando meus frágeis cordamesY yo bogué, mientras atravesando mis frágiles cordajes
o afogados desciam para dormir, recuandolos ahogados descendían a dormir, reculando

Ou eu, barco perdido sob os cabelos das algasO yo, barco perdido bajo los cabellos de las algas
lançado pelo furacão contra o éter sem pássarosarrojado por el huracán contra el éter sin pájaros
eu, a quem os Monitores e os veleiros do Hansayo, a quien los Monitores y los veleros del Hansa
não teriam salvado a carcaça bêbada de águano hubieran salvado la carcasa borracha de agua

Livre, fumegante, montado em brumas violetasLibre, humeante, montado de brumas violetas
eu, que furava o céu avermelhado como uma paredeyo, que agujereaba el cielo rojeante como una pared
que leva, doce confitura para os bons poetasque lleva, confitura exquisita para los buenos poetas
líquenes de sol e flemas de azullíquenes de sol y flemas de azur

Eu que corria, manchado de lúnulas elétricasYo que corría, manchado de lúnulas eléctricas
tábua louca, escoltada por hipocampos negrostabla loca, escoltada por hipocampos negros
quando os julhos faziam cair a golpes de bastãocuando los julios hacían caer a golpes de bastón
os céus ultramarinos das ardentes tolvaslos cielos ultramarinos de las ardientes tolvas

Eu que tremia, sentindo gemer a cinquenta léguasYo que temblaba, sintiendo gemir a cincuenta leguas
o zelo dos Behemots e os Maelstroms espessosel celo de los Behemots y los Maelstroms espesos
eterno fiandeiro das imobilidades azuiseterno hilandero de las inmovilidades azules
eu estranho a Europa dos velhos parapetosyo extraño la Europa de los viejos parapetos

Eu vi os arquipélagos siderais! e as ilhasYo he visto los archipiélagos siderales! y las islas
onde os céus delirantes estão abertos ao viajantedonde los cielos delirantes están abiertos al viajero
É nessas noites sem fundo em que você dorme e se exilaEs en estas noches sin fondo en las que te duermes y te exilas
milhão de pássaros de ouro, oh Vigor futuro?millón de pájaros de oro, oh Vigor futuro?

Mas, de verdade, eu chorei demais! As Albas são desoladorasPero, de verdad, yo lloré demasiado! Las Albas son desoladoras
toda lua é atroz e todo sol amargotoda luna es atroz y todo sol amargo
O amor acre me encheu de torpezas embriagadorasEl acre amor me ha hinchado de torpezas embriagadoras
Oh que minha quilha estoure! Oh que eu me afunde no marOh que mi quilla estalle! ¡Oh que yo me hunda en la mar

Se eu desejo uma água da Europa, é a poçaSi yo deseo un agua de Europa, es el charco
negra e fria onde, no crepúsculo embalsamadonegro y frío donde, en el crepúsculo embalsamado
um menino agachado cheio de tristezas, soltaun niño en cuclillas colmado de tristezas, suelta
um barco frágil como uma borboleta de maioun barco frágil como una mariposa de mayo

Eu não posso mais, banhado por suas languidezes, oh ondasYo no puedo más, bañado por vuestras languideces, oh olas
arrancar sua esteira aos portadores de algodõesarrancar su estela a los portadores de algodones
nem atravessar o orgulho das bandeiras e estandartesni atravesar el orgullo de las banderas y estandartes
nem nadar sob os olhos horríveis dos pontõesni nadar bajo los ojos horribles de los pontones


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