2 de Octubre
En el año de 1968
A una multitud de jovenes
Se les abrieron los ojos
Y empuñaron valerosamente
Las armas del pensamiento
Y la palabra
Tragicamente fueron engañados
Acorralados y asesinados
Y un mar de sangre baño
Al norte de la ciudad
Y el llanto de las madres
De los desaparecidos
Retomo en el eco amargo
De la sublevacion del pueblo
Pero aun confiamos
En que no escapara
La tormenta combativa
Y el cuerpo, la sangre
El aliento y el espiritu
De los caidos
Seguira presente
Por que el 2 de Octubre
No se olvida
Un, dos, tres y cuatro
No quiero ver en las noticias
Para saber que en las primeras
Planas estas tal vez yo te diga
Y no te importa no!
Cientos de ellos toman las calles
Pues el 2 d octubre por la masacre
Desaparecidos que nunca volvieron
A ver la luz
Tal vez habia una causa
Tal vez insistian algo que jodia
Y como siempre aqui abarcaria
Prefiero morir
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
No soy de aqui
Si entrar hasta aqui
Me preocupa si los sabes
Quisiera salir
Aunke al ser d ti
Me preocupas
Cuando aacabara este sistema
De cosas que son
Tan enfermas
La humanidad tiene la culpa
De su propio mal
No t rendiras
¿Si haras lo mismo?
¿Donde estaras?
Es la pregunta
Le pido a Dios
Que cuide tu alma
Y tu corazon
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
Un, dos, la intifada
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Octubre
2 de Octubre
2 de Octubre
No se olvida
2 de Outubro
No ano de 1968
Uma multidão de jovens
Teve seus olhos abertos
E empunhou valentemente
As armas do pensamento
E da palavra
Tragicamente foram enganados
Acorralados e assassinados
E um mar de sangue banhou
O norte da cidade
E o choro das mães
Dos desaparecidos
Retomou no eco amargo
Da revolta do povo
Mas ainda confiamos
Que não escapará
A tempestade combativa
E o corpo, o sangue
O sopro e o espírito
Dos caídos
Continuará presente
Pois o 2 de Outubro
Não se esquece
Um, dois, três e quatro
Não quero ver nas notícias
Pra saber que nas primeiras
Páginas talvez eu te diga
E não te importa, não!
Centenas deles tomam as ruas
Pois no 2 de outubro pela massacre
Desaparecidos que nunca voltaram
A ver a luz
Talvez houvesse uma causa
Talvez insistissem em algo que incomodava
E como sempre aqui englobaria
Prefiro morrer
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
Não sou daqui
Se entrar até aqui
Me preocupa se você sabe
Queria sair
Embora ao ser de ti
Me preocupa
Quando acabará esse sistema
De coisas que são
Tão doentias
A humanidade tem a culpa
De seu próprio mal
Não te renderás
Se farás o mesmo?
Onde estarás?
É a pergunta
Peço a Deus
Que cuide de sua alma
E seu coração
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
Um, dois, a intifada
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece
2 de Outubro
2 de Outubro
2 de Outubro
Não se esquece